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Advertência – por Clóvis de Barros Filho e Arthur Meucci

By | Conhecimento, Criatividade, Educação, Marketing, Sem categoria | 3 Comments

Os prefácios de livros geralmente são deixados para trás, ignorados. Porém – quando bem escritos – nos trazem reflexões importantes para a compreensão tanto da obra quanto das nossas vidas.

Clóvis de Barros Filho e Arhur Meucci chamaram de “Advertência” o prefácio de seu livro “A vida que vale a pena ser vivida” e que aqui compartilho com vocês desafiando para uma reflexão paralela a tantos “modelos e receitas” que nos são apresentados em cursos, disciplinas e afins.

Comentários e correlações são bem vindos!

Advertência

“Você ainda está na livraria. Tomou este livro da estante para folhear. Atraído pelo título. A caminho do caixa. Não se precipite.

Você supõe que a leitura oferecerá soluções para a sua vida. Que resolverá seus problemas. Ou ao menos justificará sua tristeza. Que os 10 capítulos sejam dicas inéditas e preciosas para se dar bem daqui para a frente. Receitas de gurus consagrados de além-mar. Que você acaba de descobrir um tesouro. Que finalmente o segredo do sucesso será revelado.

Saiba que você está equivocado. Este livro não atende às suas expectativas. Sua leitura não trará soluções. Nele você não encontrará nenhuma dica ou artifício para se dar bem. Por ele, o sucesso continuará dos outros. Fora de seu alcance.

Portanto, feche o livro para não perder mais tempo. Recoloque-o imediatamente na estante. No lugar de onde tirou. Outras obras, ao lado, atenderão melhor este seu anseio.

Deixe este exemplar para outro leitor. Menos esperançoso. Mais desconfiado dos programas de excelência existencial. Que, se funcionassem, já teriam erradicado a tristeza do mundo. Ele talvez intua que o sucesso não tem fórmulas secretas. Que se a liderança passo a passo fosse eficaz, todos já seriam líderes. Ele provavelmente se dá conta de que fórmulas indiscutíveis escravizam. De que a soberania para deliberar sobre a própria vida – com todos os riscos – é nosso único verdadeiro patrimônio. Inalienável.

Para ele escrevermos. Oferecendo reflexão crítica sobre os critérios existenciais mais consagrados. Para que possa resistir, cada vez melhor, contra todo tirano qu pretenda empurrar-lhe goela abaixo a vida que vale a pena.”

Obs.: Vale a pena comprar e ler este livro.

O que podemos aprender com Inovação

By | Comportamento, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Cubo de Mercado, Curso de Criatividade, Design, Marketing, Momento Decisivo, Thinking | No Comments

O que podemos aprender com Inovação?

“Faça ou não faça. Não existe o tentar.” Yoda, mestre Jedi

 

As considerações aqui apresentadas são fruto de interpretação de vários autores, profissionais, de minha vivência pessoal e profissional e possuem o intuito de estimular o pensamento crítico e reflexivo voltado ao crescimento da economia e visando o lucro financeiro, sim, visando o lucro financeiro equilibrado com o pensamento holístico. Entendamos Pensamento Holístico como a inter-relação sustentável entre a Sociedade, o Meio Ambiente (Natureza) e as Organizações e vamos buscar interligar com a Inovação.

Dentre os profissionais que mais estimularam este raciocínio cito aqui Tennyson Pinheiro, Luis Alt, Eduardo Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Howard Schultz, Anita Roddick, Paco Underhill, Alvin Toffler, Scott Bedbury, Clicio Barroso, Boris Kossoy, José Roberto Whitaker Penteado, Constantin Stanislavski, Zuleica Medeiros, Faith Popcorn, David Ogilvy, Antônio Diomário de Queiroz, Alex Periscinoto, Pericles Diniz,  Tim Brown, Steve Jobs, Aldo Lorenzi, Dan Ariely, Alfredo Sabbatini, Edward De Bono, Lauro Carlos Wittmann, Dewitt JonesJorge Kasai, Rafael Sampaio e Marcos Felipe Guimarães, apenas para começar.

Em outra publicação – que atualizarei aqui – apresentarei uma série de sugestões de leituras que complementarão estes raciocínios.

A palavra Inovação tem origem do latim – innovare – que se aproxima do significado “alterar a forma de algo estabelecido para criar algo novo”, porém Inovação é facilmente confundida com Invenção, que provem do latim – invenire – e tem o significado de “por vir”. Pinheiro (2011, p. 17) ressalta que “uma invenção é por definição algo novo, que não existia anteriormente e foi introduzido no mercado” e a Inovação – pela interpretação de Joseph Schumpeter (economista renomado da primeira metade do Século XX) – “acontece quando há uma mudança dos valores nos quais um sistema está baseado (…) onde a razão para que uma economia saia do estado de equilíbrio e entre em processo de expansão é o surgimento de inovações que alteram as condições pré-estabelecidas desse equilíbrio.” A inovação torna-se fundamental para gerar crescimento econômico.

Eduardo Moreira da Costa também é enfático que a Inovação só faz sentido se estiver atrelada ao lucro financeiro, algo que tenha sido aplicada e que tenha resultados no mercado. Uma inovação pode ter resultados positivos e também negativos. Desta forma, Inovação é diferente de Ideia e de Ideias, o mundo está repleto e muitas gavetas de empresas, universidades e bibliotecas encontram-se abarrotadas de ideias não implementadas.

Assim como Magalhães e Sampaio no prefácio de sua excelente obra Planejamento de Marketing – Conhecer, Decidir e Agir: do Estratégico ao Operacional, publicado pela Pearson – Prentice Hall do Brasil, compactuo de seus objetivos que é dar um sentido prático a cada tópico apresentado nesta série de posicionamentos textuais e imagéticos, como um roteiro inspirado em Sócrates e que estimula cada leitor a pensar e encontrar sua própria verdade e caminhos.

Vivenciamos uma era que impera o processo de mudanças disruptivas nas áreas como a política, a religião e a educação. Fazer do mesmo apenas com nomes diferentes não resultam em algo inovador e de sucesso. Há desafios que nos levam a pensar nos pontos de Inflexão Estratégica – na matemática, um ponto de inflexão acontece quando muda o sinal da derivada segunda em uma curva fazendo com que a concavidade da mesma mude de direção (estava voltada para cima e muda para baixo ou vice-versa). No mercado, um Ponto de Inflexão Estratégica muda o comportamento das pessoas e está relacionado a uma verdadeira Inovação.

Nesta linha de raciocínio podemos inferir sobre a importância de gerarmos insights para transformá-los em ideias e evoluir nas ideias para que as mesmas venha a se transformar em soluções inovadoras e nos tragam receitas positivas. Não devemos e nem podemos ter receio de obter lucro financeiro, como muito bem ressalta Eduardo Moreira da Costa. Parece que em nossa cultura – brasileira – é vergonhoso ganhar dinheiro, tanto é que uma grande parte das pessoas têm vergonha de compartilhar o quanto ganham de renda, inclusive meus grandes amigos desviam o assunto quando lhes pergunto sobre suas rendas. É impressionante, é constatação, é um comportamento estranho.

Para desenvolvermos inovações precisamos de atitudes pró ativas e não de receitas. Falarei sobre receitas mais adiante (não me deixem esquecer do Pudim de Leite Condensado!). Nossos modelos mentais podem precisar serem revistos para melhor potencializa-los. Vejam o exemplo citado por Tennyson Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil na página 13: “Somente o fato de as pessoas incluírem na mala de viagem roupas de treino ou até mesmo vestirem para o exercício, mesmo sem praticá-lo, já é um passo fundamental na jornada de adoção do hábito.” Os modelos mentais das pessoas são muito importantes para que possamos compreender, como muito bem cita Dan Ariely em Previsivelmente Irracional, publicado pela Editora Campus, que os seres humanos possuem uma previsível irracionalidade comportamental e de posse deste conhecimento poderemos desenvolver bens, serviços e ideias que sejam úteis e vendáveis, mesmo em épocas de crise financeira.

É preciso pensar sobre hábitos e comportamentos e estimular a habilidade de aprender com a incerteza e com o caos. Sobre isto também abordaremos mais adiante sobre a ferramenta estratégica desenvolvida por Sampaio e Magalhães entitulada Cubo de Mercado.

Sendo a inovação estreitamente relacionada a prosperidade econômica, as inovações abrem assim, conforme cita Tennyson Pinheiro, espaço para novas formas de prosperidade e são fundamentais para manter o crescimento da economia.

Inventar é trazer à tona algo novo, investir dinheiro em ideias. Inovar é transformar ideias em valor.” (Pinheiro, 2011, p. 17)

Para transformarmos ideias em valor é fundamental que as pessoas – futuros consumidores e clientes – percebam valor agregado nos bens, serviços e ideias que são resultantes do processo de inovação e, junto a esta percepção, que os estes consumidores possam dispor e despender montantes financeiros para adquirir os mesmos.

Percebam que interessante a relação feita por Pinheiro no que tange ao serviço de videoconferência (apresentado em forma de ficção científica / desenhos animados high-tech na Década de 1960 pelos Estúdios Hanna-Barbera na forma dos Jetsons, uma família que vivia no futuro e encantava e encanta os telespectadores até os dias de hoje. O serviço de videoconferência ganhou nichos interessantes e importantes, apresenta Pinheiro (2011, p. 19), “mas o uso pessoal em larga escala apresentado no desenho jamais decolou realmente. E provavelmente não irá. Isso está pouquíssimo relacionado a tecnologias como chips e redes de transmissão de dados. A barreira está no comportamento das pessoas e tem muito mais a ver com o fato de gostarmos de fazer um milhão de coisas enquanto conversamos no telefone com alguém. Inclua nisso até a forma como gostamos de andar de um lado para o outro ao falar no celular e, não menos importante, a preguiça que teríamos para estar penteados  e arrumados a cada chamada que recebemos no conforto de nossas casas.

É muito importante observar as respostas, os hábitos, as crenças e os valores das pessoas para que estes despontem pistas que ao serem integradas possam contribuir para intuir sobre comportamentos futuros. O Eixo de Mercado do Cubo de Mercado permite correlacionar estes comportamentos e facilitar a interpretação tangibilizando-a em ações controláveis de marketing e voltadas ao consumo dos Bens, Serviços e Ideias gerados. O que é feito precisa ser Relevante para as pessoas.

A inovação está onde há valor percebido pelas pessoas. Sem isso, não há inovação.” (Pinheiro, 2011, p. 20)

Vejamos alguns exemplos apresentados por Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil, publicado pela Editora Campus,  que nos remetem corriqueiramente a equívocos no que tange a relação entre Ideias e Inovações:

  1. Lançar novos produtos, ainda que não imaginados pelos concorrentes, não coloca sua marca numa posição preferida;
  2. A tecnologia é commodity, a inovação é significado;
  3. Não é porque as coisas são novas e tecnicamente avançadas que as pessoas as utilizam, encaixam em suas vidas e recomendam;
  4. A embalagem mais bonita e diferente do mercado não é uma inovação: principalmente se é pouco sustentável e obriga as pessoas a pensar e gastar muito tempo para abri-la;
  5. Aquilo que você pensou “fora da caixa” não é uma inovação: e nem você deveria passar todo o tempo tentando pensar assim. Enquanto os seus concorrentes executam rituais para pensar “fora-da-caixa”, ali mesmo, dentro do que muitos chamam de “caixa”, residem inúmeras oportunidades. Como sugere Howard Schultz, fundador e CEO da Starbucks, “inove em torno da essência”;
  6. Aproveitar a “janela” de lançamento e correr para colocar logo algo no mercado não o posicionará como inovador: A questão não é lançar antes, mas sim ser o mais relevante e mais bem adotado;
  7. O mais novo avião da sua frota, sozinho, não é uma inovação: E nem a nova fachada ou interior decorado e high-tech da sua loja. Essas coisas são legais, mas não suficientes para que as pessoas voltem e tragam outras com elas. São os PROCESSOS e PESSOAS que giram em torno disso que criam o meio através do qual consumidores interagem com a sua marca;
  8. Não adianta espernear para todos que a sua marca é inovadora. Isso não o posiciona como inovador.

Desta forma, Inovação não é o mesmo que novidade, ressalta Pinheiro, “e nem mora naquele produto pioneiro que irá mofar nas prateleiras das lojas e armários das casas das pessoas. Alguns produtos surgem mais para engraxar o ego e o bônus de um gestor de portfólio do que para endereçar algum DESEJO ou NECESSIDADE de alguém. A inovação é fruto da criatividade colocada em prática com o intuito de gerar resultados positivos para o negócio e criar IMPACTO POSITIVO na vida das pessoas.” (Pinheiro, 2011, p. 23-24)

[Para inovar, é importante saber contar histórias]

 

O que podemos aprender com a Festa do Morango em Taquaras – SC

By | Comportamento, Cubo de Mercado, Eventos, Marketing, Sem categoria | 2 Comments

Há anos que gostaria de conhecer a Festa do Morango no distrito de Taquaras em Santa Catarina. Taquaras é um distrito do município de Rancho Queimado e fica a 72Km de Florianópolis.

Finalmente consegui um domingo em que foi possível visitar a Festa do Morango. Fui com a Alessandra buscando um passeio bucólico, sonhando com o aroma gostoso do interior  e construí uma imagem mental do que pensava – e esperava encontrar:

Uma praça bonita e florida com guloseimas típicas das cidades do interior a preços atraentes e condizentes com a economia local e, é claro, muitos morangos bonitos e várias combinações gastronômicas envolvendo os morangos. A imagem da minha infância estava viva e seguimos rumo a Taquaras.

A estrada após Rancho Queimado não estava das melhores, mas curtimos durante todo o trajeto e já estava salivando pelos morangos que iria encontrar. Na programação da festa eu vi que haveria churrasco no almoço … hmmmmm … churrasco no interior. Rancho Queimado é conhecido por possuir açougues com carnes deliciosas e com preços em conta. Não conseguia imaginar nada menos do que um delicioso churrasco como refeição regado a sucos de morangos bem naturais e sem adição de açúcar.

E eis que chegamos … a Taquaras.

Assim começou para nós dois a “Festa do Morango”: Nada de estacionamento, uma quantidade imensa de carros disputando um pequeno espaço no meio da lama que depois de algumas voltas a 4Km/h conseguimos encontrar um pequeno lugar para estacionar. Caminhamos no barro e mais barro ainda encontramos no local da festa que parecia ter sido invadido por um lodaçal. O sonho começou a ruir com o acúmulo de barro nos calçados.

As barraquinhas com guloseimas gostosas também não estavam lá, tudo com cara de industrializado e preços elevados, tais quais em Florianópolis (que diga-se de passagem, é uma das cidades mais caras do Brasil). Era hora do almoço e sugeri almoçarmos no Restaurante Galpão Tropeiro. Eu tinha boa lembrança de um momento em que havia almoçado com meus Amigos lá há alguns anos e era uma comida caseira em conta e muito gostosa. Escolhemos uma mesa e sentamos. Pedimos suco de morango e eis que o garçom responde: Servimos sucos durante todo o ano, exceto na Festa do Morango. Temos só refrigerantes, água e cerveja.

Como assim?? Só na Festa do Morango que não tem suco … de morango?!?

Fomos nos servir e os alimentos pareciam mais um grande mexido feito de sobras com carne que não era de primeira e estava muito seca e insossa. Tudo muito seco mesmo, o que tornou ainda mais caro perante o que foi cobrado. Dissonância cognitiva total. Desculpa Alessandra por ter te convencido a almoçarmos neste restaurante.

Um verdadeiro banho de água fria em nossas expectativas. A ganância chegou ao interior e os proprietários aprenderam fácil a “esfaquear” os visitantes para lucrar o máximo durante os períodos de festas. É como Florianópolis começou a fazer na áurea época em que os argentinos vinham veranear em suas praias e que as pessoas faziam de tudo para lucrar na temporada “assaltando” nos preços dos bens, produtos e serviços (que não eram condizentes com o valor cobrado).

Um verdadeiro absurdo e é esta a imagem que fica na memória e na DESindicação.

Quanto aos morangos, outra situação que merece reflexão: Na mesa ao lado em que eram expostos os morangos vencedores do concurso, os maiores e mais bonitos (um deles pesava 60g!) estavam as caixas de morangos para a venda, com visual bem oposto ao dos vencedores, mas bem oposto mesmo, deixando a pergunta na “ponta da lingua”: Perguntei quanto estava a caixa de morangos (os vencedores) e a resposta foi: “estes não estão a venda, os que estão a venda são aqueles ali…”, sim, aqueles não tão vermelhos e Bem Menores, mas com preços de Florianópolis.

Meus amigos, este texto não é uma reclamação, é uma crítica construtiva e mercadológica. Não é preciso muito para organizar uma Festa do Morango em Taquaras e não escrevo assim como uma forma pejorativa, muito antes pelo contrário. Se o tempo está – e estava – para chuva, o caminho para as pessoas poderia ser calçado com brita, cacos de tijolos e até mesmo serragem. Sendo o custo de vida mais baixo e as matérias primas mais em conta, não forcem os preços para cima. Não coloquem comida de terceira sendo vendida por valores de primeira só porque é festa e porque as pessoas precisam almoçar e não possuem muitas opções.

Faça o simples e justo para Encantar, Surpreender e Emocionar que o público volta, comenta e enriquece a cidade!

 

VI Semana ESAGuiana

By | Arte, Conhecimento, Criatividade, Educação, Marketing, Moda | No Comments

A VI Semana ESAGuiana foi um evento do Programa de Extensão da ESAG/Udesc – Curso de Administração Empresarial da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Este evento contou com mais de 70 Palestrantes e teve em sua abertura a palestra da Zuleica Medeiros com Show de Fabio Dwyer.

Foi uma organização muito desafiadora, pois contamos apenas com R$ 3.000,00 de verba para o projeto e, mesmo assim, totalmente “truncada” em suas disfunções burocráticas.

Um dos maiores eventos da ESAG que integrou palestrantes renomados internacionalmente e Palestras e Workshops que envolveram lado a lado o conhecimento e a arte.

Coordenação: Eduardo Trauer

Expresso Rural 33 Anos – Livro de Fotografias, CD e ADVB/SC

By | Arte, Expresso Rural, Fine Art, Marketing, Música | No Comments

Encerramento de ouro do maior evento de Marketing e Vendas de Santa Catarina, o Seminário de Marketing e o Prêmio Top de Marketing e Vendas ADVB/SC, que aconteceu no Centro Sul de Eventos em Florianópolis nesta quinta-feira, dia 04 de dezembro com a participação da histórica banda musical Expresso Rural.

Durante o Show, o Expresso Rural contou com a participação especial de Serginho Koerich, André Seben (Banda os Chefes) e o Produtor Pimenta que emocionadamente contribuíram com o espetáculo sob os aplausos do público.

O Expresso Rural faz parte da história da cultura catarinense e, neste ano em que completou seus 33 anos de fundação, os admiradores e fãs recebem a oportunidade ímpar de levar consigo e também de presentear Certos Amigos com Fotografias Fine Art do Expresso Rural, com o Livro Harmonia | Expresso Rural e também com mais novo CD da banda, uma coletânea sensacional com a música Certos Amigos em uma versão acústica maravilhosa!

Este Post está só começando … em breve fotografias inéditas desta apresentação na continuidade do Post neste mesmo endereço.

Enquanto isso, você pode comprar todos estes produtos nos links aqui apresentados.

Expresso Rural - Captured by E.Trauer  || 一期一会

Expresso Rural – Captured by E.Trauer || 一期一会

Até breve, aqui mesmo neste endereço.

 

Expresso Rural - Captured by E.Trauer  || 一期一会

Expresso Rural – Captured by E.Trauer || 一期一会

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Expresso Rural – Captured by E.Trauer || 一期一会

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O Livro Harmonia Expresso Rural pode ser adquirido na Suporte & Inovação Interiores em Florianópolis, próximo ao Shopping Iguatemi.

Rua Clodorico Moreira, 23 – Santa Mônica
Florianópolis – SC – Brasil

 

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Steve Jobs 2013

By | Arte, Conhecimento, Criatividade, Cubo de Mercado, Marketing, Thinking | No Comments

Caríssimos Alunas e Alunos,

Atividades para as turmas de Administração Estratégica de Mercado e Estratégias de Mercado: O filme será assistido no auditório da ESAG/Udesc no horário das aulas dos dias 04 e 05 de agosto.

Lembro a todos que a aula do dia 11 de agosto (segunda-feira) acontecerá no Museu da Imagem e do Som de SCMIS/SC que fica localizado no interior do Centro Integrado de Cultura – CIC. A turma vespertina inicia às 16h e a turma noturna inicia às 19h. A turma de Economia Empresarial poderá escolher o horário mais adequado para participar da aula, conforme comunicado nas aulas dos dias 28 e 29 de julho.

1)    Assistir ao filme Steve JOBS 2013 e responder as seguintes perguntas:

 

  1. “Um processo de planejamento envolve definir a rota, o caminho, a estratégia. Pressupõe incerteza e responsabilidade, especialmente no âmbito de uma organização. É preciso ser responsável ao lidar com o destino das pessoas, estejam elas dentro ou fora da entidade.” No seu ponto de vista, por quê a Apple teve êxito nas atividades desenvolvidas por Steve Jobs e quais são as suas relações com a Filosofia de Marketing?
  2. O Marketing, de uma perspectiva dinâmica, é freqüentemente visto como um instrumento para antecipar as mudanças do ambiente externo ou aumentar a responsividade de uma organização, mesmo quando o mercado se apresenta de modo inesperado. Quais foram os pontos principais das ações de Steve Jobs que caracterizaram as atividades da Apple como mercadológicas? Quais foram as motivações – no seu ponto de vista – das ações implementadas por Steve Jobs?
  3. Responda a estas atividades individualmente e posteriormente desenvolva uma síntese no formato de um texto das suas respostas discutidas em grupos de 3 participantes.

2) Buscar o significado em dicionários de cada palavra do texto completo da capa do livro de Rafael Sampaio: Planejamento de Marketing: Conhecer, Decidir e Agir – do Estratégico ao Operacional; escrever estes significados e elaborar um texto resultante da decomposição destas palavras. O importante é buscar compreender o significado desta informação. Ao buscar o conceito de Marketing, realizar o mesmo procedimento para o conceito de José Whitaker Penteado. Esta atividade “02” é INDIVIDUAL.

Quarta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia

By | Art, Composição Fotográfica, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Criatividade, Curso de Fotografia, Marketing | No Comments

Neste último sábado tivemos em Florianópolis a Quarta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia, com uma turma muito especial que lotou as vagas deste módulo.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

O dia se passou conforme a previsão meteorológica e conforme anunciado, às 8h30 pontualmente iniciamos a nossa jornada. Desde já um agradecimento muito sincero pela pontualidade de todos os participantes que demonstrou um respeito mútuo. Começamos muito bem!

Logo após as primeiras informações a turma se dispersou nas trilhas da Mata Atlântica em busca de imagens neste primeira atividade que durou 60 minutos. Reunimo-nos na sala para aprofundarmos nossa “Prosa” sobre a Filosofia do Marketing e Criatividade, muita Criatividade! A manhã passou voando, como os tucanos que fizeram que circundavam o local e os macacos-pregos [que desta vez não deram o ar de sua graça!].

Tucanos Captured by E.Trauer  || 一期一会

Tucanos
Captured by E.Trauer || 一期一会

Respirar ar puro em 2014 não tem preço, tudo bem que Criatividade e o Olhar na Fotografia ainda não pode ser adquirido com Mastercard ..

Após o almoço retomamos com uma gama de informações envolvendo a Composição Fotográfica e saímos novamente para uma prática no local, ahhh …. que vontade de permanecer o final de semana inteiro rodeado pela Natureza!

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Para finalizar, uma interpretação com a seleção de Fotografias realizadas pela manhã e pela tarde teve como propósito despertar esta vontade ímpar de observar e aprender mais e mais com a nossa Mãe Natureza, com o quotidiano, enfim com a vida e – por que não – registrar estes momentos de história através da Fotografia!

O meu mais sincero obrigado a Todos Vocês que estiveram presentes nas 4 Edições de Criatividade e o Olhar na Fotografia.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

…. e atenção, a Turma 05 já tem data definida: Criatividade e o Olhar na Fotografia, dia 05 de Abril em Florianópolis com a turma limitada a 12 Participantes!

 

Vamos nessa, espero por vocês!!

 

Criatividade e o Olhar na Fotografia - Turma 20140315

Criatividade e o Olhar na Fotografia – Turma 20140315

Dúvidas, Informações e Inscrições em Criatividade e o Olhar na Fotografia, favor encaminhar pelo formulário abaixo:

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Captured by E.Trauer  || 一期一会

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Captured by E.Trauer  || 一期一会

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Criatividade e o Olhar na Fotografia || Captured by E.Trauer  || 一期一会

 

Criatividade e o Olhar na Fotografia || Captured by E.Trauer  || 一期一会

Criatividade e o Olhar na Fotografia || Captured by E.Trauer  || 一期一会

Criatividade e o Olhar na Fotografia || Captured by E.Trauer  || 一期一会

 

Você faz uso da sua Criatividade?

By | Composição Fotográfica, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Composição Fotográfica, Curso de Criatividade, Curso de Fotografia, Cursos, Marketing, Photo | No Comments

A resposta para a pergunta: Você faz uso da sua criatividade? muitas vezes traz uma afirmação sufocada pela DESeducação Linear pela qual somos submetidos em nosso mundo ocidental.

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Reflexão – Captured by E.Trauer || 一期一会

Nascemos com um enorme Potencial Criativo e Perceptivo e, a partir do momento em que começamos a absorver as informações do mundo ao nosso redor, dependendo da percepção de quem convive conosco, inicia um processo de desaceleração da curiosidade que é potencializado ao frequentar as escolas, escolas estas que podem fazer uso de técnicas voltadas as respostas prontas, as fórmulas prontas, ao decorar em prol do aprender.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

Ponte D’Oro 01 – Captured by E.Trauer || 一期一会 || Série Fine Art que pode ser adquirida para a sua residência e/ou escritório

A Criatividade é uma habilidade/percepção que sempre pode ser exercitada e, como nossos músculos, quanto mais exercitada, melhor ela se torna. Pensando nestas informações e convivendo com esta realidade que surgiu – aliado à Fotografia o Curso “Criatividade e o Olhar na Fotografia”, onde em apenas 1 dia trabalhamos técnicas e exercícios que vem ao encontro do Fortalecimento da Percepção da Criatividade fazendo uso da Fotografia como Ferramenta de Aprendizagem observando a simplicidade do mundo que nos cerca todos os dias.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

Amanhecer no Parque São Jorge em Florianópolis

Neste ponto eu pergunto: Você gosta de fotografar? Qual foi a última vez que você tirou uma fotografia? sim, pode ser com o Celular – e neste curso você pode fazer com o Celular, pois a única exigência é ter um dispositivo que capte digitalmente uma fotografia. Não precisa ter nenhuma experiência com a fotografia, não precisa ter equipamentos profissionais de fotografia, basta gostar de fotografar.

Passamos esta dia dividido em 5 etapas, sendo 2 delas em saídas práticas para fotografar e as demais abordando maneiras pelas quais podemos Resgatar e Potencializar a Criatividade quem temos dentro de nós, conhecer técnicas de Composição Fotográfica que irão certamente influenciar positivamente nas Fotografias que você gosta de tirar e terminamos com uma reflexão sobre algumas das Fotografias que a turma captou durante o dia.

Em 2013 – ano do lançamento de Criatividade e o Olhar na Fotografia – tivemos 3 edições em Florianópolis e neste ano de 2014 a primeira data já está marcada: Será no sábado, 15 de março, no Recanto Champagnat – Lagoa da Conceição, um local maravilhoso e rodeado pela Mata Atlântica!

Captured by E.Trauer  || 一期一会

Macaco Prego na Mata Atlântica

E tem mais: o Almoço Caseiro está incluído nesta Edição, os 2 coffee breaks estão incluídos, e o Material Didático Profissional  também está incluído no valor especial para esta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia, que é de R$ 480,00.

O grupo é bastante seleto: Apenas 12 participantes no totale algumas das vagas já estão preenchidas. Veja só a programação abaixo:

  1.  Abertura
  2. Saída Fotográfica 1
  3. Criatividade
    • Habilidade de ver o comum e perceber o inusitado, o fantástico, o extraordinário
    • Todas as ações podem ser criativas
    • Criatividade é uma questão de perspectiva
    • Sempre teremos mais do que uma resposta correta
    • Transformar problemas em oportunidades
    • Não tenha medo de errar
  4. Coffee Break
    • Quebre os padrões
    • Exercite sua técnica
    • Você terá o que você desejar
  5. Composição Fotográfica
    • Movimento
    • Equilíbrio
    • Ritmo
    • Movimento, Equilíbrio e Ritmo
  6. Almoço – Incluído no valor desta edição do curso
    • Diversidade e Unicidade
    • Diálogo
    • Diagonal
    • Primeiro Plano
    • Perspectiva
    • Razão Áurea
    • Razão Áurea e a Regra dos Terços
    • Controle da Luz
      • Luz Suave
      • Luz Dura
      • Luz Difusa
    • Momento Decisivo
    • Exposição
  7. Coffee Break
  8. Saída Fotográfica II
  9. Análise das Fotografias
  10. Encerramento e entrega dos Certificados de Participação

A esta altura você deve estar se perguntando: Nossa, quanto conteúdo!!! Sim, tem bastante informação, e trabalhamos em um ambiente descontraído e fazendo o que gostamos de fazer: Fotografando, Sorrindo, Analisando Fotografias, Descobrindo novos Potenciais que podem – e devem – ser utilizados em nossas atividades do dia a dia, no trabalho, no desenvolvimento de projetos, na liderança de equipes, nos estudos, nas viagens e passeios. A Criatividade sempre engrandecerá toda e qualquer atividade que estejamos envolvidos.

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Cão Guia em momentos de reflexão

Se você chegou até aqui, é porque Criatividade e o Olhar na Fotografia também foi estruturado para você!

As vagas são preenchidas de acordo com as Inscrições que devem ser antecipadas:

Maiores informações através do Email: nonworkshop@etrauer.com

O pagamento pode ser feito em  através de depósito bancário no valor de R$ 480,00

Eduardo Trauer
Banco: Itaú – 341
Ag. 3759
CC: 10963-4

Encaminhar o comprovante por Email com seu Nome Completo, Telefone para Contato e, obviamente: seu Email para contato. Pode ser feito preenchendo o formulário no final deste Post.

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Bolshoi em Florianópolis

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Luz Suave no Amanhecer

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Vossa Magestade: A Lua

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Gaivota em vôo magistral

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Nevoeiro na Mata Atlântica

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Sonhos de Criança

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Marta Brancher e a Gaya em dia de Festa

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Macaco Prego e suas Bananas

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Pássaro e a Natureza Urbana em Florianópolis

Para maiores informações você pode preencher o formulário e terei o maior prazer em responder!

 

Sabedoria ao utilizar o Cubo de Mercado

By | Conhecimento, Criatividade, Cubo de Mercado, Cubo de Mercado, Marketing | No Comments

A ferramenta estratégica Cubo de Mercado, que já foi apresentada aqui no Blog, é relativamente simples de ser trabalhada e muito interessante porque não depende de um investimento elevado para seu desenvolvimento, podendo assim ser utilizada por micro e pequenos empreendedores.

Tanto os Eixos de Oferta quanto de Mercado devem ser desenvolvidos em paralelo, onde a cada nova informação a relação entre ambos é fortalecida. Para as idéias novas, que estarão explícitas no Eixo da Oferta [composto por Idéias, Serviços e Bens] seu fortalecimento e desenvolvimento se dará a partir das considerações feitas pelas descobertas das características informacionais dos consumidores integram o Eixo do Mercado [Consumidores, Necessidades e Satisfações].

Desenvolver as informações sobre os consumidores Não é somente citar que os mesmos integram determinadas Classes Sócio-Econômicas, mas principalmente descrever seus comportamentos, suas informações psicográficas, atitudes, hábitos e emoções. Desta forma somos direcionados ao conhecimento mais aprofundado de um segmento em potencial que, quando relacionado à idéia do Eixo da Oferta, possibilitará novas descobertas e hipóteses relacionadas à Satisfação de Necessidades relacionadas o novo Bem ofertado. Quando uma Necessidade é suprida, as pessoas tendem a ter, sentir e esboçar Satisfação e é este sentimento que será descrito no Eixo da Satisfação.

Percebam como o processo é integrado e completamente interdependente. Agora, para o melhor desenvolvimento desta Ferramenta Estratégica, é fundamental que o(a) usuário desenvolva o mesmo com Sabedoria e Criatividade.

Não existem fórmulas prontas. Bom trabalho!

Cubo de Mercado – Introdução

By | Conhecimento, Cubo de Mercado, Cubo de Mercado, Marketing, Photo | One Comment

Uma das melhores ferramentas mercadológicas que utilizo é o chamado “Cubo de Mercado“, muito bem abordado por Rafael Sampaio e Marcos Felipe Magalhães em seu livro Planejamento de Marketing da Editora Pearson.

Como gosto muito de entender e explicar marketing através da evolução das sociedades, geralmente inicio o raciocínio em aproximadamente 470 aC na até então conhecida origem da Retórica em Siracusa [Sicília] com Corax e Tisias no convencimento dos juízes populares acerca dos bens confiscados por soldados mercenários e seguimos até os dias de hoje.

Porém é interessante também pensar no momento em que os homens das cavernas iniciaram seus processos de trocas visando alimento e proteção através ‘roupas’, a base das relações que temos hodiernamente pelos valores monetários [$] e também um alicerce da conhecida mas não tão bem interpretada por todos Piramide de Maslow.

Seguindo o raciocínio de Sampaio, “o Marketing tem, necessariamente, de ser EntendidoPensadoPlanejadoExecutado a partir da perspectiva de uma série de quatro ‘Sistemas de Mercado‘: CivilizaçãoSociedadeEconomiaUniverso Empresarial.”

Sistema Antropológico está diretamente conectado com a herança histórica do local em questão, seja ele país, região, área ou mercado em que as ações mercadológicas estarão agindo e e provém da própria estrutura da civilização.

Já o Sistema da Sociedade, como o próprio nome denota, engloba as “particularidades e as relações dos estamentos que constituem um grupo social em particular definido dinamicamente [ressalta-se: Jamais isolados ou imóveis]. A inferferência de uns sobre os outros é constante, como são permanentes os processos de evolução de cada um e dos conjuntos.”

Sistema da Economia, como expõem brilhantemente Sampaio (2007) “tem a ver com a supra-estrutura da economia, suas forças e fraquezas, o volume de produção, a renda gerada e disponível, o grau de desenvolvimento e a posição competitiva relativa de cada núcleo econômico dentro do país, do bloco, do continente e do mundo.”

Por fim, temos o Sistema do Universo Empresarial, em que o uso do Marketing depende das “dimensões e do grau de amadurecimento da estrutura empresarial de cada mercado, no geral, e da empresa ou instituição que o empregará, em particular.”

Como conseqüência direta desses sistemas, percebemos que os mercados são constituídos por quatro Camadas Competitivas [que torna ainda mais interessante a compreensão da quintessência do que conhecemos por Marketing]. É interessante pensar que agem como a estrutura da pele para o nosso corpo. Fica mais uma dica de correlações entre Marketing e formas de gestão com a Natureza, Ambiente e Organismos Vivos.

As quatro camadas, de fora para dentro são: Cultura,ComportamentoConsumo e Competitividade no seu núcleo.

Todas essas camadas recebem influências dos Ambientes não controláveis pelos gestores: Ambiente Econômico, Ambiente tecnológico, Ambiente político e legal, Ambiente demográfico e sociocultural e também o Ambiental (meio ambiente mesmo – Natureza).

Na grande maioria das vezes – quando o Marketing é ‘ensinado’ nas universidades – a metodologia segue o Kotler como livro texto, estudando seus conceitos didáticos de cada uma dasa fases e características do Marketing. Neste ponto vale uma reflexão da qual assumo toda a responsabilidade, pois é a forma como percebo a Orientação de Marketing:

Em um primeiro momento, entender marketing significa que devemos buscar a sua origem, mesmo em tempos onde os conceitos ainda não estavam formulados e, para tanto, iniciamos com as informações presentes no início deste ‘post’. Entendendo a evolução das sociedades e relacionando suas características fica muito mais fácil de compreender as influências múltiplas que se sintonizam com os conceitos mercadológicos. Os conceitos de Kotler, nesta ótica, ficam como apoio à compreensão da realidade e o Marketing deixa de ser meramente teórico para fazer parte da evolução da civilização. Não existem receitas, não existem fórmulas, mas sim desafios à inovação, à interpretação e à criatividade na implementação de idéias.

Marketing é um estado de espírito, uma mentalidade, uma forma de pensar que, necessariamente, leva a uma filosofia, uma política, um programa de ação.”
José Whitaker Penteado