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Arte

Ver como um Artista vê

By | Arte, Conhecimento, Criatividade, Poesia | No Comments

Este é um dos textos mais fantásticos que já tive a oportunidade de ler e que ao meu ver – melhor retrata o que é ser uma boa pessoa e um bom profissional. Leia trocando as palavras “Artista” e “ator” pelo seu nome.

Muito sucesso para todos nós!
Eduardo Trauer 一期一会

 Ver como um Artista vê

“Um ator (você) deveria ser um observador não apenas no palco, mas também na vida real. Ele deveria se concentrar com todo o seu ser em qualquer coisa que atraia sua atenção. Ele (você) deveria olhar para um objeto não como qualquer passante de mente ausente, mas de forma penetrante. De outra forma todo o seu processo criativo se mostrará desequilibrado e não terá relação com a vida

…As pessoas comuns não têm idéia de como observar a expressão facial, o olhar; o tom de voz, para compreender o estado de espírito das pessoas com quem conversam. Elas nem captam ativamente as complexas verdades da vida nem escutam de modo que possam compreender o que ouvem. Se pudessem fazer isso, a vida, para elas, seria melhor e mais fácil, e seu trabalho criativo incomensuravelmente mais rico, melhor e mais profundo

…Como podemos ensinar às pessoas que não observam a perceber o que a natureza e a vida estão tentando lhes mostrar? Antes de tudo, elas precisam ser ensinadas a olhar, ouvir e escutar o que é belo… Nada na vida é mais belo do que a natureza, e ela deveria ser objeto de constante observação

… E não evite o lado mais escuro da natureza. Procure por ele nos pântanos, no lodo dos oceanos, em meio às pragas de insetos, e lembre-se de que por detrás desses fenômenos há beleza, exatamente como no amor há desamor.”

Constantin Stanislavski criador do método de representação teatral

RAY, Michael. Criatividade nos negócios. Tradução: Paulo Moreira. Rio de Janeiro: Record, 1996. p. 135-136.

O que podemos aprender com a Tribo dos Apatanis?

By | Arte, Comportamento, Conhecimento | No Comments

Toda decisão mercadológica deveria ser respaldada em uma criteriosa análise e compreensão da cultura na qual os entes envolvidos estejam inseridos, “temperadas” com generosa dose de feeling para que tenhamos assim uma redução dos riscos de implementação e uma possibilidade de inovação no processo decisório e vamos aprender um pouco com a Tribo dos Apatanis.

Rafael Sampaio ressalta a importância do conhecimento e interpretação dos  quatro Sistemas de Mercados para o processo decisório, sendo eles o Sistema Antropológico, o Sistema Social, o Sistema Econômico e o Sistema do Universo Empresarial.

O Sistema Antropológico possui relação direta com a evolução da civilização no decorrer dos tempos e resgata cultura, valores e costumes dos povos que tendem a ter grande influência na sociedade atual. Já o Sistema Social contém informações da forma pela qual a sociedade em questão vivencia e valoriza que sofre, por sua vez, influências do Sistema Econômico, cada vez mais sensível a economia de outras regiões. Com todo este emaranhado de signos, comportamentos e indicadores é que as empresas exercerão e receberão influências do meio em que estão localizadas e/ou  exercem também influências através de seus bens, serviços e ideias aliados aos comportamentos de seus stakeholders.

A priori, a civilização evolui no decorrer dos tempos através de lentas e contínuas influências provenientes de diversos agentes, como a tecnologia, por exemplo. Esta é uma interpretação natural da evolução social e econômica, mas não foi o percebido na última viagem realizada para registros fotográficos de tribos primitivas no Nordeste e Noroeste da Índia. A expedição foi organizada pelo experiente amigo e fotógrafo que já realizou trabalhos para a Revista National Geographic, Fabio Elias. Foi um convite pessoal para acompanhá-lo neste registro fotográfico das Tribos Apatanis e de Banni.

Os Apatanis, também conhecidos como Apa Tani ou Tanii, vivem atualmente na região de Arunachal Pradesh, no nordeste da Índia, em área até hoje disputada também pela China. A região está próxima da fronteira da Índia com a China e com Myanmar.

Era uma tribo nômade que agora concentra-se na cidade de Ziro, em Arunachal Pradesh. Segundo consta, as mulheres apatanis eram consideradas as mais lindas desta região da Índia e, por este motivo, eram sequestradas, raptadas e violentadas por outras tribos. Para tentar evitar esta violência elas decidiram inserir alargadores de circulares de madeira em seus narizes e também tatuaram listras azuladas na testa e queixo. Esta tatuagem era realizada ainda quando crianças fazendo uso de espinhos para perfurar a pele e injetar substâncias coletadas na floresta.

Como a cultura dos Apatanis não tem o hábito de registrar seus comportamentos sob a forma escrita, os costumes são repassados oralmente pelas pessoas, de família para família e sua história tende a se perder com a modernização do mundo. Desde 1998, segundo relato de pessoas da tribo, que ficou proibido de perfurar os narizes das meninas e tatuá-las, pois as mesmas sofriam de booling nas escolas. Desta forma, hoje somente as mulheres mais velhas podem ser vistas com estes ornamentos.

A alimentação dos Apatanis é baseada no arroz cultivado por eles e também em animais como vacas, mithuns, francos, porcos, cachorros, gatos e ratos. Na verdade, não há restrições de animais para refeição que é acompanhada por uma espécie de cerveja de arroz, uma bebida forte e de cor branca leitosa, consumida quente com sal negro em canecos feitos com o nó do bambu.

Trata-se de um povo bastante religioso e faz parte da cultura o sacrifício de mithuns, vacas, frangos, porcos e cachorros. Quando uma pessoa da família está doente, dependendo da situação, é realizado o sacrifício de um animal e parte do mesmo é colocada na frente da residência, da qual posteriormente o xamã da tribo irá visitar o enfermo e tomar suas providências. A pele de porco (sacrificado) envelhecida por 10, 20 e até 30 anos é muito valorizada e utilizada como dote nos casamentos para posteriormente servir de alimento. Um pedaço de pele de porco envelhecida com cerca de 30cm2 pode ter um valor equivalente a US$ 1,500.00.

Os Apatanis veneram tanto o Sol (Ayo Danyii) quanto a Lua (Atoh Piilo) e a expressão Paya Aro Pacho é muito forte e possui o significado de agradecimento, algo como “muitíssimo obrigado”.

É interessante ressaltar o cuidado que os Apatanis têm com as plantações de arroz irrigado e habitados por peixes. É uma prática única com forte ligação sustentável e sem o uso de animais e/ou máquinas, um exemplo para o mundo.

O que podemos aprender com a contação de histórias?

By | Arte, Coffee, Comportamento, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Criatividade, Momento Decisivo, Poesia, Thinking | No Comments

Somos todos contadores de histórias, mas estamos perdendo o hábito da contação de histórias.

 

escreve Tennyson Pinheiro no Capítulo 12 de Design Thinking Brasil e, neste mesmo capítulo, apresenta a afirmação de Steven Spielberg: “As pessoas desaprenderam a contar histórias. Histórias não têm mais um meio e um fim. Elas agora têm um início que fica continuamente sendo iniciado.”

Nada é capaz de substituir a experiência de estar em campo convivendo com outras pessoas, mas uma história bem contada é, sem dúvida, uma forma de chegar bem perto disso. (…) Na pré-história, para o homem das cavernas, contar boas histórias não era uma regalia de criativos, era uma necessidade de sobrevivência. A contação de histórias representava a única maneira de propagar ensinamentos de geração em geração.” E Tennyson segue abordando um fato que está presente em nossos tempo, muito mais do que deveria – ao meu ver: “A era da informação inundou o mundo de dados e pôs um fim nisso (contação de histórias). Nos tornamos viciados em citar fatos em vez de trazer à tona as histórias que esses fatos sustentam.” (Pinheiro, 2011, p. 93-94)

Parece que a tecnologia busca simplificar os trabalhos, mas talvez esteja contribuindo para uma certa “preguiça mental” das pessoas que acabam por buscar respostas imediatas sem nem mesmo raciocinar para compreender o que verdadeiramente buscam. A Formação de Juízo de Valor acaba por ficar segmentada, fragilizada e quiçá sem consistência. É como a brincadeira do telefone sem fio, a cada mensagem repassada mais ruídos assolam e contribuem para a distorção da mensagem original.

Saber contar uma história é uma dádiva e está bastante relacionada aos encontros das pessoas, famílias e amigos em torno de uma fogueira, compartilhando acontecimentos, repassando conhecimentos e propagando suas culturas.

Em uma belíssima entrevista transmitida pelo programa Conta Corrente da Globo News no início do Século XXI com a Anita Roddick, fundadora da The Body Shop; uma pessoa que muito admirei e que tive a oportunidade de conversar com ela na época do lançamento de seu livro Business as Unusual (autografado!), época em que pensava em abrir a primeira The Body Shop no Brasil, mas a Anita me disse que ainda não era o momento para isto devido a cultura na percepção de valores dos produtos da The Body Shop e a compreensão de que parte do valor pago é direcionado para pesquisas e causas sociais sendo desta forma seus valores eram nominalmente mais elevados; Anita ressalta na transcrição abaixo a sua preocupação e valorização com a preservação da contação de histórias:

 

“Contar história é a base da educação em todos os lugares em que estive. Quando você entra na primeira Body Shop, vê os produtos nas prateleiras com pequenos cartões com explicações sobre onde foram feitos, porque são diferentes, vemos no contar a história de onde vêm os produtos, de quem deu as informações. Contar histórias é da natureza feminina, é a maneira de a mulher passar seus conhecimentos. É mágico! Quando vai para uma comunidade de qualquer país e fala com mulheres de 80 anos e pergunta sobre nascimento, casamento e morte: ‘O que usa no seu corpo quando está prestes a casar? E quando vai ter um bebê? Como protege seu corpo…’ Para tudo isso elas sabem as respostas. Homens não estão interessados nisso. Contar histórias vem do coração. Sempre foi assim. Em qualquer comunidade, se perguntarmos às avós: ‘Como isso funciona? Como você lavava seu cabelo quando sua avó estava viva?’ Esse tipo de conhecimento não está sendo transmitido, pois tudo envolve tecnologia e ciência. Então contar histórias … se voltarmos ao passado, vendo o que ocorreu antigamente, eram ideias frequentes, trabalhamos com antropólogos que eram fascinantes. Tiramos sabedoria da população pré-industrial, não dos cientistas, e sim dos que vivem em fazendas.

Para saber contar histórias é preciso desenvolver o hábito e o respeito em fazer uso de todos os nossos sentidos, para que possamos “ver e enxergar”, “ouvir e escutar”, “sentir, sonhar e acreditar”, porque há tantas pessoas, ressalta Zuleica Medeiros, que olham e não vêem, ouvem mas não escutam.

Na Década de 1990 eu li em alguma obra um texto maravilhoso de Constantin Stanislavski – Ver como um artista vê -, copiei o texto em um caderno com o nome do autor e lamentavelmente não registrei a fonte de onde encontrei. Tinha em minha memória que havia sido no livro Ser Criativo de Stephen Nachmanovitch, indicado por Alex Periscinoto, porém – quando voltei a procurar – não encontrei neste livro. (Aqui aprendi a importância de referenciar bem nossas leituras e pesquisas)

Este texto foi publicado por Stanislavsky (criador do método de representação teatral) no Manual do Ator, publicado pela Martins Fontes em 1988 em sua primeira edição brasileira, na página 115 quando aborda “Observação”. A tradução do Manual do Ator é diferente da que tenho registrada comigo e que gosto tanto e compartilho com vocês logo abaixo. É, ao meu ver, o texto que melhor reflete o que é ser um bom profissional:

 

Ver como um artista vê, de Constantin Stanislavski

“Um ator deveria ser um observador não apenas no palco, mas também na vida real. Ele deveria se concentrar com todo o seu ser em qualquer coisa que atraia sua atenção. Ele deveria olhar para um objeto não como qualquer passante de mente ausente, mas de forma penetrante. De outra forma todo o seu processo criativo se mostrará desequilibrado e não terá relação com a vida…

…As pessoas comuns não têm idéia de como observar a expressão facial, o olhar; o tom de voz, para compreender o estado de espírito das pessoas com quem conversam. Elas nem captam ativamente as complexas verdades da vida nem escutam de modo que possam compreender o que ouvem. Se pudessem fazer isso, a vida, para elas, seria melhor e mais fácil, e seu trabalho criativo incomensuravelmente mais rico, melhor e mais profundo…

…Como podemos ensinar às pessoas que não observam a perceber o que a natureza e a vida estão tentando lhes mostrar? Antes de tudo, elas precisam ser ensinadas a olhar, ouvir e escutar o que é belo… Nada na vida é mais belo do que a natureza, e ela deveria ser objeto de constante observação… E não evite o lado mais escuro da natureza. Procure por ele nos pântanos, no lodo dos oceanos, em meio às pragas de insetos, e lembre-se de que por detrás desses fenômenos há beleza, exatamente como no amor há desamor.”

Este é um texto tão lindo e tão simples que dispensa maiores explicações e assim sugiro que pensemos em seu verdadeiro significado e em como colocá-lo em prática no nosso cotidiano. Esta prática diária enriquecerá nossas percepções e certamente influenciará em nosso potencial criativo e inovador.

Tennyson Pinheiro também apresenta no início do Capítulo 20 de Design Thinking Brasil a descrição de uma casa persa de café pelo explorador francês Jean Chardin, no Século XVII. Como informe, a primeira casa de café foi fundada em Damasco, capital da Síria, em meados de 1530. Segue a descrição:

“As pessoas se engajam em conversas, era um lugar onde notícias eram espalhadas e aqueles interessados em política se juntavam para criticar o governo, de maneira livre. Jogos inocentes, lembrando a dama e o xadrez eram jogados. Em complemento a isso, religiosos e poetas se revezavam na contação de histórias…”

 

[continua em breve]

Rock’n Camerata – Camerata Florianópolis

By | Art, Arte, Camerata, Eventos, Florianópolis, Música, Rock and Roll, Santa Catarina | No Comments

Fomos neste domingo (um presente para a Ale) – dia do músico – ao Espetáculo Rock’n Camerata no Teatro Ademir Rosa do Centro Integrado de Cultura em Florianópolis, SC. Eu já sabia que seria emocionante, maravilhoso e todos os demais adjetivos, pois os comentários e críticas são os melhores possíveis, além de ter dentre os músicos Amigos Artistas do primeiro escalão e em nome do Baba Jr (um “monstro” tocando, dedicado e de um coração gigante que tanto me orgulho de tê-lo como Amigo) já parabenizo a todos presentes.

Confesso que para um Fotógrafo apaixonado por registrar apresentações culturais que envolvem a música, a dança e o teatro, ir a um espetáculo como este sem a câmera fotográfica é um desafio no mínimo instigante, o objetivo era apreciar, curtir e se encantar de uma forma 100% orgânica. Celular no silencioso que não foi tocado nem para ver as horas durante absolutamente toda a apresentação. Nem “unzinho” registro de imagem. Tudo deveria ficar e ser percebido pelos sentidos e pelo coração.

Já na entrada encontro Amigos que perguntam antes mesmo de cumprimentar: “Cadê a câmera?!”, e respondo com um sorriso e um (confesso – comichão que atiça nossos membros): “hoje é para apreciar sem clicar”).

Eu sabia de antemão que o registro fotográfico ficou com a Amiga e competentíssima Tóia (Maria Victória), mas por várias vezes a vontade de registrar foi grande, e como foi …

Espetáculo sem palavras, MA.RA.VI.LHO.SO! Imagens e momentos que estão vivos em minha mente, que ainda tocam e cantam. Luzes lindas, contrastes, sombras. O Baba Jr projetado (sem intensão imagino) em sombra nas paredes laterais do Teatro dançava com seu baixo em movimentos suaves e em um contraste simplesmente mágico, o braço do seu baixo movimentava-se na textura da parede e nas ondulações do sistema de acústica da lateral esquerda (pelo olhar da platéia) do Teatro, de repente, apareceu a silhueta do Baba Jr na continuidade da sombra … todos olhando para o palco e eu, para a parede, vislumbrando as sombras e escutando a música magistral, que momento! Fiquei boa parte de uma das músicas encantado com estas sombras, pensei 1000 vezes em fazer somente um registro com a câmera do celular, mas não; este show não era para registrar com pixels, era para registrar como coração.

Um movimento intenso durante o solo de guitarra do Eduardo Pimentel (sim, eu vi, ouvi, me emocionei e eternizei em memória este momento) em algo que não consigo descrever com palavras movimentou todos os nervos dos meus dedos, que pediam uma câmera, que pressentiam o momento mágico, e gravei com a memória aquela explosão que lançou a guitarra em um deslize eterno surpreendendo inclusive a todos da Camerata Florianópolis. Loucura em que vibrávamos e internamente pensava involuntariamente: “Cadê a Câmera!!!!”, e imediatamente respondia: “Está no coração”, o momento foi eternizado na lembrança.

Lembrança? O que é isso? Lembrança pura no Século XXI, em 2015? Isso não existe, pois temos câmeras digitais em todos os tamanhos e formas, apêndices grudentos que não nos separamos em momento algum. As pessoas não pensam mais, clicam, e clicam sem pensar!! (há exceções).

Sim, lembrança, quintessência da lembrança que ficará presente por toda a minha vida, este Show do Rock’n Camerata, da companhia ímpar e maravilhosa da Alessandra (uau .. foram 2 músicas do KISS, Detroit Rock City e Rock and Roll all Night, como se fosse a pedidos heim Ale!!), da ausência da câmera fotográfica de um Fotógrafo, da ausência da minha câmera fotográfica física e da presença da minha câmera fotográfica orgânica.

Obrigado Camerata Florianópolis, que belo exercício! Quanto ao smartphone, há … como é bom ficar distante dele, o que nos remete a lembrança dos campos, da natureza, do ar puro. Como é bom deixar o smartphone de longe, fora do controle.

Sim, este post, este texto não tem imagens, talvez o primeiro que eu escreva assim após muito tempo. Não tem imagens de propósito, pois também é um exercício para conduzir as palavras integradas ao meu sentimento.

Sim, eu poderia pedir autorização para a Tóia para utilizar os seus registros lindíssimos, sim, eu pensei nisso Tóia, mas me obriguei a tecer palavra por palavra.

Sim, eu ainda quero fotografar a Camerata Florianópolis, o Rock’n Camerata se me for possível um dia, mas ontem está guardado, muito bem guardado e de fácil acesso, com backup em todas as células de meu corpo.

E olha que durante a tarde tivemos a Orquestra de Baterias com cerca de 130 baterias tocando ao mesmo tempo na frente da Catedral de Florianópolis, uma organização também ímpar capitaneada pelos Amigos Rafael Bastos e Richard Bondan onde músicos de primeiríssima linha estiveram presentes. Parabéns meus Amigos, pelo desafio vencido de organizar este lindo evento cultural!

Baba Jr, que loucura, obrigado meu Amigo, Camerata Florianópolis, muito obrigado por esta oportunidade!

 

PS. Escrevi este Post escutando o magistral CD Camerata Florianópolis & Luiz Zago Trio – “A Arte do Improviso ‘in Jazz’“. Uauuu….

A vocês, nosso muitíssimo obrigado!!

 

Músicos da Camerata Florianópolis:

Primeiros Violinos

Iva Giracca (spalla)
Elias Vicente Souza
Mario Marçal
Franciely Beckert
Gilson João Becker

Segundos Violinos

Victor Gabriel Alves
Talita Limas da Silva
Débora Bohn
Liz Maria de Mello Oliveira
Bruno Jacomel

Violas

Mariana Barardi
Fernanda Buratto
Fausto Kothe
Leonardo Piermartiri

Violoncelos

Ernesto Guimarães Medolla
Raphael Buratto
Daniel Galvão

Contrabaixo

Gabriel Bohn

Guitarras

Eduardo Pimentel
Renato Pimentel

Violino Elétrico

Iva Giracca

Baixo Elétrico

Baba Jr

Piano e Teclado

Alberto Heller

Bateria e Percussão

Rodrigo Paiva
Márcio Bicaco
Alex Paulista

Maestro

Jeferson Della Rocca

Produção

Maria Elita Pereira

VI Semana ESAGuiana

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A VI Semana ESAGuiana foi um evento do Programa de Extensão da ESAG/Udesc – Curso de Administração Empresarial da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Este evento contou com mais de 70 Palestrantes e teve em sua abertura a palestra da Zuleica Medeiros com Show de Fabio Dwyer.

Foi uma organização muito desafiadora, pois contamos apenas com R$ 3.000,00 de verba para o projeto e, mesmo assim, totalmente “truncada” em suas disfunções burocráticas.

Um dos maiores eventos da ESAG que integrou palestrantes renomados internacionalmente e Palestras e Workshops que envolveram lado a lado o conhecimento e a arte.

Coordenação: Eduardo Trauer

Milano Secondo Me Fine Art

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Em 2010 apresentamos para Florianópolis a Exposição de Fotografias Fine ArtMilano Secondo Me“, que inicialmente foi exposta no Shopping Iguatemi e em 2013 esteve na Casa di Italia também em Florianópolis.

Algumas das Fotografias de Milano Secondo Me possuem Tiragens Limitadas e podem ser adquiridas pelo público. Todas as Fotografias Fine Art têm o padrão aceito pelos principais museus do mundo.

 

 

As Fotografias de Milano Secondo Me e de outras Séries podem ser adquiridas na Suporte & Inovação Interiores em Florianópolis SC.

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

48 3238-2450
vendas.florianopolis@atec.com.br
Rua Clodorico Moreira, 23 Florianópolis SC

Herman Miller | Florianópolis | Suporte & Inovação Interiores

By | Art, Arte, Atec Original Design, Cadeiras, Cadeiras Office, Florianópolis, Herman Miller, Suporte & Inovação Interiores | No Comments

Há 15 anos, no início do Século XXI, a Suporte & Inovação Interiores trouxe para Florianópolis a família das melhores Cadeiras Office do mundo, as tão desejadas Herman Miller. Este Século começou bem em Florianópolis!

Muitas das vezes deixamos para comprar as cadeiras por último na elaboração de projetos, sejam eles para nossas residências ou escritórios. Todo o mobiliário é definido e as cadeiras ficam por último junto com o que sobrou do orçamento, quando sobra, e acabamos comprando as cadeiras pelo preço mais em conta desconhecendo a importância de seus atributos.

Atualmente a Suporte & Inovação Interiores representa o maior Dealer Herman Miller da América Latina, a Atec Original Design.

Embody Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina | Florianópolis

Embody Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina | Florianópolis

Não fomos educados a pensar na importância que está por detrás do projeto de uma cadeira. Pensamos nela somente como um encosto, assento, rodízios e elevação e, quem sabe, um pouco de aparência. Dificilmente pensamos que uma Cadeira Adequada poderá influenciar na produtividade de um trabalho, na concentração e, não menos importante, em nossa saúde.

Que bom que a Herman Miller pensou e pensa em tudo isso. Suas Cadeiras Office são minuciosamente planejadas envolvendo a confluência de inúmeras ciências, tais quais a Ergonomia, a Biomecânica, a Medicina, o Design e as Engenharias para que cada um de seus produtos, tais quais a Aeron Chair, a Mirra II Chair, a Sayl Chair, a Setu Chair, a Celle Chair e a Embody Chair estejam prontos para não serem percebidos durante as atividades profissionais, deixando sua mente livre para pensar e produzir. As Cadeiras Office Herman Miller serão vistas sim, como elementos de Design e Decoração, porém o mais importante dos mesmos são as suas contribuições para a saúde de seus usuários.

Você já pensou em todas estas informações e em quanto tempo você fica sentado em uma cadeira durante o seu dia de trabalho? Faça um “seat drive” nas Cadeiras Office da Suporte & Inovação Interiores, em Florianópolis SC.

Os executivos de Santa Catarina, médicos, arquitetos, designers, engenheiros, professores, fotógrafos, dentistas e todos os profissionais que ficam muito tempo trabalhando sentados ganharam esta oportunidade de adquirir em seu Estado estas renomadas e tão desejadas Cadeiras Office Herman Miller através da Suporte & Inovação Interiores. Toda a sua família de Cadeiras Office pode ser encontrada no Show Room em Florianópolis.

 

Embody Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Embody Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Pensando em todos esses benefícios que a Suporte & Inovação Interiores trouxe para Florianópolis e Santa Catarina a família da Herman Miller.

Hoje, a Suporte & Inovação Interiores representa o maior Dealer Herman Miller da América Latina, a Atec Original Design. É uma garantia de que o melhor atendimento está ao seu alcance em Florianópolis.

Herman Miller | Florianópolis | Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design.

Fone: 48 3238.2450

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

 

As Melhores Cadeiras para Fotógrafos

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O Fotógrafo é um profissional que por exigência de seu ofício fica muito tempo editando Fotografias em estações de trabalho. Estas estações muitas vezes não respeitam a ergonomia adequada para aliar produtividade, conforto e saúde, onde as cadeiras – geralmente – são as mais baratas em termos de valores e, consequentemente, as menos indicadas em termos de ergonomia. Neste post apresento algumas considerações que abordam o que considero as melhores cadeiras para Fotógrafos.

Quando uma cadeira não é bem projetada, tendemos a escorregar na mesma com movimentos quase que involuntários e a posição da nossa coluna fica totalmente fora de forma. O mesmo acontece com os braços das cadeiras. Pouquíssimas são verdadeiramente bem projetadas para adequar seus braços aos movimentos de edição com o uso de mouses e mesas digitalizadoras. A posição desconfortável poderá ter consequências irreversíveis de Lesões por Esforços Repetitivos, a conhecida LER.

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Uma verdadeira Cadeira Office é muito mais do que encosto, assento, regulagem de altura e rodízios, uma Verdadeira Cadeira Office é fruto de um Projeto sério que envolve a confluência de várias ciências, tais quais a Engenharia, a Ergonomia, a Biomecânica, a Medicina, a Ergonomia e o Design e nada melhor do que a renomada corporação Herman Miller para apresentar a sua família de Cadeiras Office aos executivos e profissionais que passam muito tempo sentados em suas atividades.

Em  Agosto de 1997, a Fotógrafa Diana Walker registrou Steve Jobs trabalhando sentado na Aeron Chair em seu escritório em Palo Alto. Além A Apple, outras renomadas corporações adquiriram as Cadeiras Office Herman Miller para seus escritórios, tais quais a Amazon, HSBC, Porshe, Skype, SAP, ExxonMobil, Electronic Arts, News Advertising, Ministério da Justiça da Geórgia, em Tbilisi, o Supremo Tribunal da Justiça no Brasil, Rede Globo, ESSS e tantas outras.

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Minha vida mudou consideravelmente depois de trocar a cadeira que usava por uma Aeron Chair da Herman Miller, adquirida na Suporte & Inovação Interiores em Florianópolis, que é representante do maior Dealer Herman Miller da América Latina, a Atec Original Design.

Estava com dores na lombar e imaginava serem resultantes dos treinamentos de corridas de aventura, fui a médicos, realizei exames e nada da dor amenizar. Foi quando troquei a cadeira pela Aeron Chair by Herman Miller e em menos de 2 semanas as dores desapareceram. Tudo estava relacionado a postura inadequada nas várias horas em que passo editando imagens.

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

É claro que não é somente a Cadeira Office que deve ser analisada, toda a estação de trabalho é importante, bem como uma iluminação adequada; mas a Cadeira Office é fundamental e correspondem – certamente – como as melhores cadeiras para Fotógrafos.

Existem outras linhas de Cadeiras Office da Herman Miller que são fantásticas e convido a todos para um “Test Drive” na Suporte & Inovação Interiores em Florianópolis. Lá contamos com um atendimento diferenciado.

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Observe na imagem abaixo como os braços da Aeron Chair podem ser adequados de acordo com a posição dos nossos braços e mãos quando estamos editando. Ao utilizar uma mesa de edição, como a Wacom, por exemplo, esta flexibilidade é muito importante e evita lesões por esforço repetitivo, a conhecida LER.

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina | Florianópolis

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina | Florianópolis

 

Suporte & Inovação Interiores, a loja que está disponibilizando a família Herman Miller há 15 anos em Florianópolis e Santa Catarina, as melhores Cadeiras para Fotógrafos.

Representante do maior Dealer Herman Miller da América Latina, a Atec Original Design.

48 3238-2450
vendas.florianopolis@atec.com.br
Rua Clodorico Moreira, 23 Florianópolis SC

 

Aeron Chair by Herman Miller || Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina | Florianópolis

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Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design - Maior Dealer Herman Miller da América Latina

Suporte & Inovação Interiores, representante Atec Original Design – Maior Dealer Herman Miller da América Latina

KISS 40th Anniversary World Tour | Florianópolis SC – Brasil

By | Arte, Educação, Kiss, Rock and Roll | No Comments

 

 

designed by Simmons, Stanley

designed by Simmons, Stanley

 

Uma banda fenomenal, verdadeiramente Artistas do Palco dos quais sou fã desde pequeno. Junto com Back in Black do ACDC, 1984 do Van Halen e Dynasty do Kiss formam a tríade dos primeiros LP’s de vinil e a companhia ímpar no Show o tornou ainda mais espetacular.

Fiquei sabendo que Florianópolis sediaria o Show do Kiss através de um comentário do Richard Bondan, Amigo e fantástico Baterista que muito admiro. A partir deste momento, busquei informações por todos os lados para confirmar esta apresentação (que demorou a aparecer no Calendário Oficial do KISS) e avisei as pessoas que mais gosto e que sei que são verdadeiras admiradoras do KISS sobre esta novidade. Fiquei radiante contando os dias para este grande dia!

Ao mesmo tempo, ao saber que possivelmente seria no “Espaço Devassa“, bateu uma tristeza por relembrar vários episódios do passado, como: O trânsito para o local do evento totalmente sem organização, com muitos furando as filas por todos os lados, o chiqueiro do estacionamento absurdamente caro e cheio de lama em casos de chuvas, a desorganização do trânsito em todos os locais, as filas no meio da lama, as pessoas cortando as filas no meio da lama, o amontoado de gente em local fedendo a urina, o tumulto na saída onde vira tudo uma terra sem lei, e assim, por diante em uma verdadeira DEVASSA de DESRESPEITO aos CLIENTES. Torcia para que a procura fosse muito grande e que este Show fosse transferido para um Estádio onde – pelo menos – o espaço seria mais democrático e a visão do palco melhor para todos.

Apenas a 2 minutos após a abertura das venda e já havia comprado os ingressos. A torcida para a mudança do local do show continuava.

A performance, a energia e o visual deste Show são incríveis, dignos de uma GRANDE e MEMORÁVEL apresentação.

 

Mas com todo este tempero, o que pode ter acontecido em Florianópolis – Brasil?

A resposta está na possível CAUSA de que um país chamado Brasil irá demorar muito para progredir.  A população reclama da corrupção nas altas camadas do governo, reclama dos impostos, reclama dos desvios públicos, MAS não age da mesma forma quando:

1) Furar as filas por todos os lados vira padrão de comportamento, furando pelo acostamento, pelos gramados, pela mão dupla para dar um “jeitinho brasileiro” de tirar vantagem das outras pessoas que chegaram mais cedo e que estão respeitando a sinalização e o trânsito. E ninguém é multado, e o pior, os furões entram primeiro e se gabam por isso.

2) Porque a organização do local do evento vende um local chamado de “Pista Vip” por um preço de “Vip” e sem a estrutura de “Vip”, e isso não é de hoje. Chama de “Vip” as laterais de um palco com colunas, fedendo a urina (que os próprios participantes também não estão nem aí para respeitar os bons costumes).

3) Por que não é de hoje que o estacionamento é um verdadeiro chiqueiro que se paga caro para enfiar os pés na lama, que na hora da saída é um “Deus nos Acuda” e danem-se os clientes que pagaram.

4) Que o local não tem estrutura para shows grandes, que não existe planejamento de trânsito e nem cobram-se as leis.

5) Que marginais batem no carro forçando e coagindo as pessoas a estacionarem no acostamento (o que é proibido) e cobram por isso. E a lei … ahh… a lei ….

6) Que por respeitar a fila no trânsito, o chamado “estacionamento” lota antes que você chegue e temos que se deixar o carro nos “bolsões de estacionamento com serviço de van”, que também não é de hoje, as vans somem no final e não existe ordem para a vazão de saída. Quem entrem os “espertos” primeiro.

7) Que a falta de educação vem de berço, e não adianta exigir mudanças no governo quando as atitudes corriqueiras destroem o alicerce da boa educação e do progresso.

8) Que na “Fila Vip” fomos tratados como Porcos sendo direcionados para o abatedouro, dando voltas e voltas na lama.

9) Sim, deveríamos pensar só nos momentos felizes, mas sem esta crítica, tudo fica na mesma – como sempre.

10) Que a orientação do evento, mesmo que desrespeitando a Lei, avisa que não é permitido levar câmeras fotográficas, somente celulares:
Restrições do Local:
 Não será permitido o acesso com câmeras fotográficas. Fotos poderão ser feitas via celular.

… e o que vemos são várias pessoas com câmeras dentro do evento, ou seja, quem respeita a orientação, sente-se um verdadeiro tolo. Poderíamos ter imagens interessantes para relembrar estes momentos Rock’n Roll .. só que por respeitar as orientações, a melhor imagem é a que fica na lembrança;

black

black – a imagem do show fica na lembrança porque respeitamos as orientações.

 

A Educação começa no Berço.

 

Procurei também o credenciamento como Fotógrafo (Busco sempre o constante aprimoramento na cobertura de apresentações culturais, gosto de fazê-la, estudo e aprimoro a cada apresentação e sei que – aliado ao verdadeiro Espetáculo que são os Shows do KISS – a probabilidade de render ÓTIMAS IMAGENS seria muito grande, e Ótimas Imagens falam por si só), mas Assessoria Oficial do KISS liberou OFICIALMENTE apenas 4 credenciais para Fotógrafos e recebi a Credencial  para entrar como Imprensa (eu comprei o ingresso na Pista Vip) mas sem o direito de entrar com equipamentos fotográficos. Não critico aqui a liberação para 4 Fotógrafos, mas sim o não respeito no controle e nas leis. Não existe diferença legal entre equipamentos fotográficos, ou seja, para a Lei, a câmera de um smartphone registra uma imagem tanto quanto uma câmera com tecnologia mais aprimorada para o tal, sendo todas câmeras fotográficas. Se pode uma, todas podem, #simplesassim. Informações recebidas pelo renomado Advogado e Fotógrafo José Roberto Comodo Filho, da Fototech Brasil.

Acreditei que a Lei seria para todos …. ….. e respeitei.
Ressalto que fui muito bem atendido tanto pela Hits Entretenimentos quanto pela Koi Comunicação (Assessoria responsável em Florianópolis). 

 

Sinta-se a vontade para Compartilhar.

 

Expresso Rural 33 Anos – Livro de Fotografias, CD e ADVB/SC

By | Arte, Expresso Rural, Fine Art, Marketing, Música | No Comments

Encerramento de ouro do maior evento de Marketing e Vendas de Santa Catarina, o Seminário de Marketing e o Prêmio Top de Marketing e Vendas ADVB/SC, que aconteceu no Centro Sul de Eventos em Florianópolis nesta quinta-feira, dia 04 de dezembro com a participação da histórica banda musical Expresso Rural.

Durante o Show, o Expresso Rural contou com a participação especial de Serginho Koerich, André Seben (Banda os Chefes) e o Produtor Pimenta que emocionadamente contribuíram com o espetáculo sob os aplausos do público.

O Expresso Rural faz parte da história da cultura catarinense e, neste ano em que completou seus 33 anos de fundação, os admiradores e fãs recebem a oportunidade ímpar de levar consigo e também de presentear Certos Amigos com Fotografias Fine Art do Expresso Rural, com o Livro Harmonia | Expresso Rural e também com mais novo CD da banda, uma coletânea sensacional com a música Certos Amigos em uma versão acústica maravilhosa!

Este Post está só começando … em breve fotografias inéditas desta apresentação na continuidade do Post neste mesmo endereço.

Enquanto isso, você pode comprar todos estes produtos nos links aqui apresentados.

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Até breve, aqui mesmo neste endereço.

 

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O Livro Harmonia Expresso Rural pode ser adquirido na Suporte & Inovação Interiores em Florianópolis, próximo ao Shopping Iguatemi.

Rua Clodorico Moreira, 23 – Santa Mônica
Florianópolis – SC – Brasil

 

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