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Cubo de Mercado

O que podemos aprender com Inovação

By | Comportamento, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Cubo de Mercado, Curso de Criatividade, Design, Marketing, Momento Decisivo, Thinking | No Comments

O que podemos aprender com Inovação?

“Faça ou não faça. Não existe o tentar.” Yoda, mestre Jedi

 

As considerações aqui apresentadas são fruto de interpretação de vários autores, profissionais, de minha vivência pessoal e profissional e possuem o intuito de estimular o pensamento crítico e reflexivo voltado ao crescimento da economia e visando o lucro financeiro, sim, visando o lucro financeiro equilibrado com o pensamento holístico. Entendamos Pensamento Holístico como a inter-relação sustentável entre a Sociedade, o Meio Ambiente (Natureza) e as Organizações e vamos buscar interligar com a Inovação.

Dentre os profissionais que mais estimularam este raciocínio cito aqui Tennyson Pinheiro, Luis Alt, Eduardo Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Howard Schultz, Anita Roddick, Paco Underhill, Alvin Toffler, Scott Bedbury, Clicio Barroso, Boris Kossoy, José Roberto Whitaker Penteado, Constantin Stanislavski, Zuleica Medeiros, Faith Popcorn, David Ogilvy, Antônio Diomário de Queiroz, Alex Periscinoto, Pericles Diniz,  Tim Brown, Steve Jobs, Aldo Lorenzi, Dan Ariely, Alfredo Sabbatini, Edward De Bono, Lauro Carlos Wittmann, Dewitt JonesJorge Kasai, Rafael Sampaio e Marcos Felipe Guimarães, apenas para começar.

Em outra publicação – que atualizarei aqui – apresentarei uma série de sugestões de leituras que complementarão estes raciocínios.

A palavra Inovação tem origem do latim – innovare – que se aproxima do significado “alterar a forma de algo estabelecido para criar algo novo”, porém Inovação é facilmente confundida com Invenção, que provem do latim – invenire – e tem o significado de “por vir”. Pinheiro (2011, p. 17) ressalta que “uma invenção é por definição algo novo, que não existia anteriormente e foi introduzido no mercado” e a Inovação – pela interpretação de Joseph Schumpeter (economista renomado da primeira metade do Século XX) – “acontece quando há uma mudança dos valores nos quais um sistema está baseado (…) onde a razão para que uma economia saia do estado de equilíbrio e entre em processo de expansão é o surgimento de inovações que alteram as condições pré-estabelecidas desse equilíbrio.” A inovação torna-se fundamental para gerar crescimento econômico.

Eduardo Moreira da Costa também é enfático que a Inovação só faz sentido se estiver atrelada ao lucro financeiro, algo que tenha sido aplicada e que tenha resultados no mercado. Uma inovação pode ter resultados positivos e também negativos. Desta forma, Inovação é diferente de Ideia e de Ideias, o mundo está repleto e muitas gavetas de empresas, universidades e bibliotecas encontram-se abarrotadas de ideias não implementadas.

Assim como Magalhães e Sampaio no prefácio de sua excelente obra Planejamento de Marketing – Conhecer, Decidir e Agir: do Estratégico ao Operacional, publicado pela Pearson – Prentice Hall do Brasil, compactuo de seus objetivos que é dar um sentido prático a cada tópico apresentado nesta série de posicionamentos textuais e imagéticos, como um roteiro inspirado em Sócrates e que estimula cada leitor a pensar e encontrar sua própria verdade e caminhos.

Vivenciamos uma era que impera o processo de mudanças disruptivas nas áreas como a política, a religião e a educação. Fazer do mesmo apenas com nomes diferentes não resultam em algo inovador e de sucesso. Há desafios que nos levam a pensar nos pontos de Inflexão Estratégica – na matemática, um ponto de inflexão acontece quando muda o sinal da derivada segunda em uma curva fazendo com que a concavidade da mesma mude de direção (estava voltada para cima e muda para baixo ou vice-versa). No mercado, um Ponto de Inflexão Estratégica muda o comportamento das pessoas e está relacionado a uma verdadeira Inovação.

Nesta linha de raciocínio podemos inferir sobre a importância de gerarmos insights para transformá-los em ideias e evoluir nas ideias para que as mesmas venha a se transformar em soluções inovadoras e nos tragam receitas positivas. Não devemos e nem podemos ter receio de obter lucro financeiro, como muito bem ressalta Eduardo Moreira da Costa. Parece que em nossa cultura – brasileira – é vergonhoso ganhar dinheiro, tanto é que uma grande parte das pessoas têm vergonha de compartilhar o quanto ganham de renda, inclusive meus grandes amigos desviam o assunto quando lhes pergunto sobre suas rendas. É impressionante, é constatação, é um comportamento estranho.

Para desenvolvermos inovações precisamos de atitudes pró ativas e não de receitas. Falarei sobre receitas mais adiante (não me deixem esquecer do Pudim de Leite Condensado!). Nossos modelos mentais podem precisar serem revistos para melhor potencializa-los. Vejam o exemplo citado por Tennyson Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil na página 13: “Somente o fato de as pessoas incluírem na mala de viagem roupas de treino ou até mesmo vestirem para o exercício, mesmo sem praticá-lo, já é um passo fundamental na jornada de adoção do hábito.” Os modelos mentais das pessoas são muito importantes para que possamos compreender, como muito bem cita Dan Ariely em Previsivelmente Irracional, publicado pela Editora Campus, que os seres humanos possuem uma previsível irracionalidade comportamental e de posse deste conhecimento poderemos desenvolver bens, serviços e ideias que sejam úteis e vendáveis, mesmo em épocas de crise financeira.

É preciso pensar sobre hábitos e comportamentos e estimular a habilidade de aprender com a incerteza e com o caos. Sobre isto também abordaremos mais adiante sobre a ferramenta estratégica desenvolvida por Sampaio e Magalhães entitulada Cubo de Mercado.

Sendo a inovação estreitamente relacionada a prosperidade econômica, as inovações abrem assim, conforme cita Tennyson Pinheiro, espaço para novas formas de prosperidade e são fundamentais para manter o crescimento da economia.

Inventar é trazer à tona algo novo, investir dinheiro em ideias. Inovar é transformar ideias em valor.” (Pinheiro, 2011, p. 17)

Para transformarmos ideias em valor é fundamental que as pessoas – futuros consumidores e clientes – percebam valor agregado nos bens, serviços e ideias que são resultantes do processo de inovação e, junto a esta percepção, que os estes consumidores possam dispor e despender montantes financeiros para adquirir os mesmos.

Percebam que interessante a relação feita por Pinheiro no que tange ao serviço de videoconferência (apresentado em forma de ficção científica / desenhos animados high-tech na Década de 1960 pelos Estúdios Hanna-Barbera na forma dos Jetsons, uma família que vivia no futuro e encantava e encanta os telespectadores até os dias de hoje. O serviço de videoconferência ganhou nichos interessantes e importantes, apresenta Pinheiro (2011, p. 19), “mas o uso pessoal em larga escala apresentado no desenho jamais decolou realmente. E provavelmente não irá. Isso está pouquíssimo relacionado a tecnologias como chips e redes de transmissão de dados. A barreira está no comportamento das pessoas e tem muito mais a ver com o fato de gostarmos de fazer um milhão de coisas enquanto conversamos no telefone com alguém. Inclua nisso até a forma como gostamos de andar de um lado para o outro ao falar no celular e, não menos importante, a preguiça que teríamos para estar penteados  e arrumados a cada chamada que recebemos no conforto de nossas casas.

É muito importante observar as respostas, os hábitos, as crenças e os valores das pessoas para que estes despontem pistas que ao serem integradas possam contribuir para intuir sobre comportamentos futuros. O Eixo de Mercado do Cubo de Mercado permite correlacionar estes comportamentos e facilitar a interpretação tangibilizando-a em ações controláveis de marketing e voltadas ao consumo dos Bens, Serviços e Ideias gerados. O que é feito precisa ser Relevante para as pessoas.

A inovação está onde há valor percebido pelas pessoas. Sem isso, não há inovação.” (Pinheiro, 2011, p. 20)

Vejamos alguns exemplos apresentados por Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil, publicado pela Editora Campus,  que nos remetem corriqueiramente a equívocos no que tange a relação entre Ideias e Inovações:

  1. Lançar novos produtos, ainda que não imaginados pelos concorrentes, não coloca sua marca numa posição preferida;
  2. A tecnologia é commodity, a inovação é significado;
  3. Não é porque as coisas são novas e tecnicamente avançadas que as pessoas as utilizam, encaixam em suas vidas e recomendam;
  4. A embalagem mais bonita e diferente do mercado não é uma inovação: principalmente se é pouco sustentável e obriga as pessoas a pensar e gastar muito tempo para abri-la;
  5. Aquilo que você pensou “fora da caixa” não é uma inovação: e nem você deveria passar todo o tempo tentando pensar assim. Enquanto os seus concorrentes executam rituais para pensar “fora-da-caixa”, ali mesmo, dentro do que muitos chamam de “caixa”, residem inúmeras oportunidades. Como sugere Howard Schultz, fundador e CEO da Starbucks, “inove em torno da essência”;
  6. Aproveitar a “janela” de lançamento e correr para colocar logo algo no mercado não o posicionará como inovador: A questão não é lançar antes, mas sim ser o mais relevante e mais bem adotado;
  7. O mais novo avião da sua frota, sozinho, não é uma inovação: E nem a nova fachada ou interior decorado e high-tech da sua loja. Essas coisas são legais, mas não suficientes para que as pessoas voltem e tragam outras com elas. São os PROCESSOS e PESSOAS que giram em torno disso que criam o meio através do qual consumidores interagem com a sua marca;
  8. Não adianta espernear para todos que a sua marca é inovadora. Isso não o posiciona como inovador.

Desta forma, Inovação não é o mesmo que novidade, ressalta Pinheiro, “e nem mora naquele produto pioneiro que irá mofar nas prateleiras das lojas e armários das casas das pessoas. Alguns produtos surgem mais para engraxar o ego e o bônus de um gestor de portfólio do que para endereçar algum DESEJO ou NECESSIDADE de alguém. A inovação é fruto da criatividade colocada em prática com o intuito de gerar resultados positivos para o negócio e criar IMPACTO POSITIVO na vida das pessoas.” (Pinheiro, 2011, p. 23-24)

[Para inovar, é importante saber contar histórias]

 

Steve Jobs 2013

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Caríssimos Alunas e Alunos,

Atividades para as turmas de Administração Estratégica de Mercado e Estratégias de Mercado: O filme será assistido no auditório da ESAG/Udesc no horário das aulas dos dias 04 e 05 de agosto.

Lembro a todos que a aula do dia 11 de agosto (segunda-feira) acontecerá no Museu da Imagem e do Som de SCMIS/SC que fica localizado no interior do Centro Integrado de Cultura – CIC. A turma vespertina inicia às 16h e a turma noturna inicia às 19h. A turma de Economia Empresarial poderá escolher o horário mais adequado para participar da aula, conforme comunicado nas aulas dos dias 28 e 29 de julho.

1)    Assistir ao filme Steve JOBS 2013 e responder as seguintes perguntas:

 

  1. “Um processo de planejamento envolve definir a rota, o caminho, a estratégia. Pressupõe incerteza e responsabilidade, especialmente no âmbito de uma organização. É preciso ser responsável ao lidar com o destino das pessoas, estejam elas dentro ou fora da entidade.” No seu ponto de vista, por quê a Apple teve êxito nas atividades desenvolvidas por Steve Jobs e quais são as suas relações com a Filosofia de Marketing?
  2. O Marketing, de uma perspectiva dinâmica, é freqüentemente visto como um instrumento para antecipar as mudanças do ambiente externo ou aumentar a responsividade de uma organização, mesmo quando o mercado se apresenta de modo inesperado. Quais foram os pontos principais das ações de Steve Jobs que caracterizaram as atividades da Apple como mercadológicas? Quais foram as motivações – no seu ponto de vista – das ações implementadas por Steve Jobs?
  3. Responda a estas atividades individualmente e posteriormente desenvolva uma síntese no formato de um texto das suas respostas discutidas em grupos de 3 participantes.

2) Buscar o significado em dicionários de cada palavra do texto completo da capa do livro de Rafael Sampaio: Planejamento de Marketing: Conhecer, Decidir e Agir – do Estratégico ao Operacional; escrever estes significados e elaborar um texto resultante da decomposição destas palavras. O importante é buscar compreender o significado desta informação. Ao buscar o conceito de Marketing, realizar o mesmo procedimento para o conceito de José Whitaker Penteado. Esta atividade “02” é INDIVIDUAL.

Sabedoria ao utilizar o Cubo de Mercado

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A ferramenta estratégica Cubo de Mercado, que já foi apresentada aqui no Blog, é relativamente simples de ser trabalhada e muito interessante porque não depende de um investimento elevado para seu desenvolvimento, podendo assim ser utilizada por micro e pequenos empreendedores.

Tanto os Eixos de Oferta quanto de Mercado devem ser desenvolvidos em paralelo, onde a cada nova informação a relação entre ambos é fortalecida. Para as idéias novas, que estarão explícitas no Eixo da Oferta [composto por Idéias, Serviços e Bens] seu fortalecimento e desenvolvimento se dará a partir das considerações feitas pelas descobertas das características informacionais dos consumidores integram o Eixo do Mercado [Consumidores, Necessidades e Satisfações].

Desenvolver as informações sobre os consumidores Não é somente citar que os mesmos integram determinadas Classes Sócio-Econômicas, mas principalmente descrever seus comportamentos, suas informações psicográficas, atitudes, hábitos e emoções. Desta forma somos direcionados ao conhecimento mais aprofundado de um segmento em potencial que, quando relacionado à idéia do Eixo da Oferta, possibilitará novas descobertas e hipóteses relacionadas à Satisfação de Necessidades relacionadas o novo Bem ofertado. Quando uma Necessidade é suprida, as pessoas tendem a ter, sentir e esboçar Satisfação e é este sentimento que será descrito no Eixo da Satisfação.

Percebam como o processo é integrado e completamente interdependente. Agora, para o melhor desenvolvimento desta Ferramenta Estratégica, é fundamental que o(a) usuário desenvolva o mesmo com Sabedoria e Criatividade.

Não existem fórmulas prontas. Bom trabalho!

Cubo de Mercado – Introdução

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Uma das melhores ferramentas mercadológicas que utilizo é o chamado “Cubo de Mercado“, muito bem abordado por Rafael Sampaio e Marcos Felipe Magalhães em seu livro Planejamento de Marketing da Editora Pearson.

Como gosto muito de entender e explicar marketing através da evolução das sociedades, geralmente inicio o raciocínio em aproximadamente 470 aC na até então conhecida origem da Retórica em Siracusa [Sicília] com Corax e Tisias no convencimento dos juízes populares acerca dos bens confiscados por soldados mercenários e seguimos até os dias de hoje.

Porém é interessante também pensar no momento em que os homens das cavernas iniciaram seus processos de trocas visando alimento e proteção através ‘roupas’, a base das relações que temos hodiernamente pelos valores monetários [$] e também um alicerce da conhecida mas não tão bem interpretada por todos Piramide de Maslow.

Seguindo o raciocínio de Sampaio, “o Marketing tem, necessariamente, de ser EntendidoPensadoPlanejadoExecutado a partir da perspectiva de uma série de quatro ‘Sistemas de Mercado‘: CivilizaçãoSociedadeEconomiaUniverso Empresarial.”

Sistema Antropológico está diretamente conectado com a herança histórica do local em questão, seja ele país, região, área ou mercado em que as ações mercadológicas estarão agindo e e provém da própria estrutura da civilização.

Já o Sistema da Sociedade, como o próprio nome denota, engloba as “particularidades e as relações dos estamentos que constituem um grupo social em particular definido dinamicamente [ressalta-se: Jamais isolados ou imóveis]. A inferferência de uns sobre os outros é constante, como são permanentes os processos de evolução de cada um e dos conjuntos.”

Sistema da Economia, como expõem brilhantemente Sampaio (2007) “tem a ver com a supra-estrutura da economia, suas forças e fraquezas, o volume de produção, a renda gerada e disponível, o grau de desenvolvimento e a posição competitiva relativa de cada núcleo econômico dentro do país, do bloco, do continente e do mundo.”

Por fim, temos o Sistema do Universo Empresarial, em que o uso do Marketing depende das “dimensões e do grau de amadurecimento da estrutura empresarial de cada mercado, no geral, e da empresa ou instituição que o empregará, em particular.”

Como conseqüência direta desses sistemas, percebemos que os mercados são constituídos por quatro Camadas Competitivas [que torna ainda mais interessante a compreensão da quintessência do que conhecemos por Marketing]. É interessante pensar que agem como a estrutura da pele para o nosso corpo. Fica mais uma dica de correlações entre Marketing e formas de gestão com a Natureza, Ambiente e Organismos Vivos.

As quatro camadas, de fora para dentro são: Cultura,ComportamentoConsumo e Competitividade no seu núcleo.

Todas essas camadas recebem influências dos Ambientes não controláveis pelos gestores: Ambiente Econômico, Ambiente tecnológico, Ambiente político e legal, Ambiente demográfico e sociocultural e também o Ambiental (meio ambiente mesmo – Natureza).

Na grande maioria das vezes – quando o Marketing é ‘ensinado’ nas universidades – a metodologia segue o Kotler como livro texto, estudando seus conceitos didáticos de cada uma dasa fases e características do Marketing. Neste ponto vale uma reflexão da qual assumo toda a responsabilidade, pois é a forma como percebo a Orientação de Marketing:

Em um primeiro momento, entender marketing significa que devemos buscar a sua origem, mesmo em tempos onde os conceitos ainda não estavam formulados e, para tanto, iniciamos com as informações presentes no início deste ‘post’. Entendendo a evolução das sociedades e relacionando suas características fica muito mais fácil de compreender as influências múltiplas que se sintonizam com os conceitos mercadológicos. Os conceitos de Kotler, nesta ótica, ficam como apoio à compreensão da realidade e o Marketing deixa de ser meramente teórico para fazer parte da evolução da civilização. Não existem receitas, não existem fórmulas, mas sim desafios à inovação, à interpretação e à criatividade na implementação de idéias.

Marketing é um estado de espírito, uma mentalidade, uma forma de pensar que, necessariamente, leva a uma filosofia, uma política, um programa de ação.”
José Whitaker Penteado