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Conhecimento

Advertência – por Clóvis de Barros Filho e Arthur Meucci

By | Conhecimento, Criatividade, Educação, Marketing, Sem categoria | 3 Comments

Os prefácios de livros geralmente são deixados para trás, ignorados. Porém – quando bem escritos – nos trazem reflexões importantes para a compreensão tanto da obra quanto das nossas vidas.

Clóvis de Barros Filho e Arhur Meucci chamaram de “Advertência” o prefácio de seu livro “A vida que vale a pena ser vivida” e que aqui compartilho com vocês desafiando para uma reflexão paralela a tantos “modelos e receitas” que nos são apresentados em cursos, disciplinas e afins.

Comentários e correlações são bem vindos!

Advertência

“Você ainda está na livraria. Tomou este livro da estante para folhear. Atraído pelo título. A caminho do caixa. Não se precipite.

Você supõe que a leitura oferecerá soluções para a sua vida. Que resolverá seus problemas. Ou ao menos justificará sua tristeza. Que os 10 capítulos sejam dicas inéditas e preciosas para se dar bem daqui para a frente. Receitas de gurus consagrados de além-mar. Que você acaba de descobrir um tesouro. Que finalmente o segredo do sucesso será revelado.

Saiba que você está equivocado. Este livro não atende às suas expectativas. Sua leitura não trará soluções. Nele você não encontrará nenhuma dica ou artifício para se dar bem. Por ele, o sucesso continuará dos outros. Fora de seu alcance.

Portanto, feche o livro para não perder mais tempo. Recoloque-o imediatamente na estante. No lugar de onde tirou. Outras obras, ao lado, atenderão melhor este seu anseio.

Deixe este exemplar para outro leitor. Menos esperançoso. Mais desconfiado dos programas de excelência existencial. Que, se funcionassem, já teriam erradicado a tristeza do mundo. Ele talvez intua que o sucesso não tem fórmulas secretas. Que se a liderança passo a passo fosse eficaz, todos já seriam líderes. Ele provavelmente se dá conta de que fórmulas indiscutíveis escravizam. De que a soberania para deliberar sobre a própria vida – com todos os riscos – é nosso único verdadeiro patrimônio. Inalienável.

Para ele escrevermos. Oferecendo reflexão crítica sobre os critérios existenciais mais consagrados. Para que possa resistir, cada vez melhor, contra todo tirano qu pretenda empurrar-lhe goela abaixo a vida que vale a pena.”

Obs.: Vale a pena comprar e ler este livro.

Ver como um Artista vê

By | Arte, Conhecimento, Criatividade, Poesia | No Comments

Este é um dos textos mais fantásticos que já tive a oportunidade de ler e que ao meu ver – melhor retrata o que é ser uma boa pessoa e um bom profissional. Leia trocando as palavras “Artista” e “ator” pelo seu nome.

Muito sucesso para todos nós!
Eduardo Trauer 一期一会

 Ver como um Artista vê

“Um ator (você) deveria ser um observador não apenas no palco, mas também na vida real. Ele deveria se concentrar com todo o seu ser em qualquer coisa que atraia sua atenção. Ele (você) deveria olhar para um objeto não como qualquer passante de mente ausente, mas de forma penetrante. De outra forma todo o seu processo criativo se mostrará desequilibrado e não terá relação com a vida

…As pessoas comuns não têm idéia de como observar a expressão facial, o olhar; o tom de voz, para compreender o estado de espírito das pessoas com quem conversam. Elas nem captam ativamente as complexas verdades da vida nem escutam de modo que possam compreender o que ouvem. Se pudessem fazer isso, a vida, para elas, seria melhor e mais fácil, e seu trabalho criativo incomensuravelmente mais rico, melhor e mais profundo

…Como podemos ensinar às pessoas que não observam a perceber o que a natureza e a vida estão tentando lhes mostrar? Antes de tudo, elas precisam ser ensinadas a olhar, ouvir e escutar o que é belo… Nada na vida é mais belo do que a natureza, e ela deveria ser objeto de constante observação

… E não evite o lado mais escuro da natureza. Procure por ele nos pântanos, no lodo dos oceanos, em meio às pragas de insetos, e lembre-se de que por detrás desses fenômenos há beleza, exatamente como no amor há desamor.”

Constantin Stanislavski criador do método de representação teatral

RAY, Michael. Criatividade nos negócios. Tradução: Paulo Moreira. Rio de Janeiro: Record, 1996. p. 135-136.

A Química do Café Espresso

By | Café, Coffee, Conhecimento | No Comments

O Café é verdadeiramente Especial, é complexo, místico e engloba culturas de mais de 70 países produtores propiciando trabalho para cerca de 100 milhões de pessoas no mundo.

(Internacional Coffee Organization apud Illy, 2016).

 

“Do ponto de vista químico, o espresso é, ao mesmo tempo, uma solução, uma emulsão, uma suspensão coloidal e uma efervescência. Na prática, trata-se de um pequeno milagre de química e física.

A solução é um sistema constituído das substâncias químicas do café (incluindo seus aromas) solubilizadas na água (carboidratos, ácidos, cafeína). Por outro lado, emulsionam-se com a água os óleos contidos no grão (e, portanto, no pó de café), que não se dissolvem espontaneamente, mas, graças à alta temperatura e à ação mecânica da extração, dispersam-se na água sob a forma de minúsculas gotinhas. A efervescência é conferida pela presença de uma fase gasosa (constituída principalmente por dióxido de carbono) que fica bloqueada durante a preparação e emerge na superfície do espresso como uma camada de espuma. Finalmente, a suspensão é causada pela presença de minúsculas partículas sólidas de café moído, que permanecem na bebida e, às vezes, podem ser entrevistas como minúsculos pontinhos escuros na espuma mais clara (como as listras do tigre).

Um espresso perfeito é um pequeno milagre. Para obter esse resultado é preciso que não menos de uma dúzia de variáveis estejam perfeitamente dispostas, como a dose de café colocada no filtro e também o próprio filtro, a consistência, a moagem, a resistência da água e a sua qualidade, a sua temperatura e a pressão, além do tempo de extração.”

ILLY, Andrea. O sonho do café. Organização Alessandra Viola. Tradução: Adriana Marcolini. Rio de Janeiro: Valentina, 2016, p. 21.

Pelas palavras de Jorge Kasai, no dia em que pela primeira vez conheci o Verdadeiro Café: “O bom café só aproxima pessoas do bem.”

 

O que podemos aprender com a Tribo dos Apatanis?

By | Arte, Comportamento, Conhecimento | No Comments

Toda decisão mercadológica deveria ser respaldada em uma criteriosa análise e compreensão da cultura na qual os entes envolvidos estejam inseridos, “temperadas” com generosa dose de feeling para que tenhamos assim uma redução dos riscos de implementação e uma possibilidade de inovação no processo decisório e vamos aprender um pouco com a Tribo dos Apatanis.

Rafael Sampaio ressalta a importância do conhecimento e interpretação dos  quatro Sistemas de Mercados para o processo decisório, sendo eles o Sistema Antropológico, o Sistema Social, o Sistema Econômico e o Sistema do Universo Empresarial.

O Sistema Antropológico possui relação direta com a evolução da civilização no decorrer dos tempos e resgata cultura, valores e costumes dos povos que tendem a ter grande influência na sociedade atual. Já o Sistema Social contém informações da forma pela qual a sociedade em questão vivencia e valoriza que sofre, por sua vez, influências do Sistema Econômico, cada vez mais sensível a economia de outras regiões. Com todo este emaranhado de signos, comportamentos e indicadores é que as empresas exercerão e receberão influências do meio em que estão localizadas e/ou  exercem também influências através de seus bens, serviços e ideias aliados aos comportamentos de seus stakeholders.

A priori, a civilização evolui no decorrer dos tempos através de lentas e contínuas influências provenientes de diversos agentes, como a tecnologia, por exemplo. Esta é uma interpretação natural da evolução social e econômica, mas não foi o percebido na última viagem realizada para registros fotográficos de tribos primitivas no Nordeste e Noroeste da Índia. A expedição foi organizada pelo experiente amigo e fotógrafo que já realizou trabalhos para a Revista National Geographic, Fabio Elias. Foi um convite pessoal para acompanhá-lo neste registro fotográfico das Tribos Apatanis e de Banni.

Os Apatanis, também conhecidos como Apa Tani ou Tanii, vivem atualmente na região de Arunachal Pradesh, no nordeste da Índia, em área até hoje disputada também pela China. A região está próxima da fronteira da Índia com a China e com Myanmar.

Era uma tribo nômade que agora concentra-se na cidade de Ziro, em Arunachal Pradesh. Segundo consta, as mulheres apatanis eram consideradas as mais lindas desta região da Índia e, por este motivo, eram sequestradas, raptadas e violentadas por outras tribos. Para tentar evitar esta violência elas decidiram inserir alargadores de circulares de madeira em seus narizes e também tatuaram listras azuladas na testa e queixo. Esta tatuagem era realizada ainda quando crianças fazendo uso de espinhos para perfurar a pele e injetar substâncias coletadas na floresta.

Como a cultura dos Apatanis não tem o hábito de registrar seus comportamentos sob a forma escrita, os costumes são repassados oralmente pelas pessoas, de família para família e sua história tende a se perder com a modernização do mundo. Desde 1998, segundo relato de pessoas da tribo, que ficou proibido de perfurar os narizes das meninas e tatuá-las, pois as mesmas sofriam de booling nas escolas. Desta forma, hoje somente as mulheres mais velhas podem ser vistas com estes ornamentos.

A alimentação dos Apatanis é baseada no arroz cultivado por eles e também em animais como vacas, mithuns, francos, porcos, cachorros, gatos e ratos. Na verdade, não há restrições de animais para refeição que é acompanhada por uma espécie de cerveja de arroz, uma bebida forte e de cor branca leitosa, consumida quente com sal negro em canecos feitos com o nó do bambu.

Trata-se de um povo bastante religioso e faz parte da cultura o sacrifício de mithuns, vacas, frangos, porcos e cachorros. Quando uma pessoa da família está doente, dependendo da situação, é realizado o sacrifício de um animal e parte do mesmo é colocada na frente da residência, da qual posteriormente o xamã da tribo irá visitar o enfermo e tomar suas providências. A pele de porco (sacrificado) envelhecida por 10, 20 e até 30 anos é muito valorizada e utilizada como dote nos casamentos para posteriormente servir de alimento. Um pedaço de pele de porco envelhecida com cerca de 30cm2 pode ter um valor equivalente a US$ 1,500.00.

Os Apatanis veneram tanto o Sol (Ayo Danyii) quanto a Lua (Atoh Piilo) e a expressão Paya Aro Pacho é muito forte e possui o significado de agradecimento, algo como “muitíssimo obrigado”.

É interessante ressaltar o cuidado que os Apatanis têm com as plantações de arroz irrigado e habitados por peixes. É uma prática única com forte ligação sustentável e sem o uso de animais e/ou máquinas, um exemplo para o mundo.

O que podemos aprender com a contação de histórias?

By | Arte, Coffee, Comportamento, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Criatividade, Momento Decisivo, Poesia, Thinking | No Comments

Somos todos contadores de histórias, mas estamos perdendo o hábito da contação de histórias.

 

escreve Tennyson Pinheiro no Capítulo 12 de Design Thinking Brasil e, neste mesmo capítulo, apresenta a afirmação de Steven Spielberg: “As pessoas desaprenderam a contar histórias. Histórias não têm mais um meio e um fim. Elas agora têm um início que fica continuamente sendo iniciado.”

Nada é capaz de substituir a experiência de estar em campo convivendo com outras pessoas, mas uma história bem contada é, sem dúvida, uma forma de chegar bem perto disso. (…) Na pré-história, para o homem das cavernas, contar boas histórias não era uma regalia de criativos, era uma necessidade de sobrevivência. A contação de histórias representava a única maneira de propagar ensinamentos de geração em geração.” E Tennyson segue abordando um fato que está presente em nossos tempo, muito mais do que deveria – ao meu ver: “A era da informação inundou o mundo de dados e pôs um fim nisso (contação de histórias). Nos tornamos viciados em citar fatos em vez de trazer à tona as histórias que esses fatos sustentam.” (Pinheiro, 2011, p. 93-94)

Parece que a tecnologia busca simplificar os trabalhos, mas talvez esteja contribuindo para uma certa “preguiça mental” das pessoas que acabam por buscar respostas imediatas sem nem mesmo raciocinar para compreender o que verdadeiramente buscam. A Formação de Juízo de Valor acaba por ficar segmentada, fragilizada e quiçá sem consistência. É como a brincadeira do telefone sem fio, a cada mensagem repassada mais ruídos assolam e contribuem para a distorção da mensagem original.

Saber contar uma história é uma dádiva e está bastante relacionada aos encontros das pessoas, famílias e amigos em torno de uma fogueira, compartilhando acontecimentos, repassando conhecimentos e propagando suas culturas.

Em uma belíssima entrevista transmitida pelo programa Conta Corrente da Globo News no início do Século XXI com a Anita Roddick, fundadora da The Body Shop; uma pessoa que muito admirei e que tive a oportunidade de conversar com ela na época do lançamento de seu livro Business as Unusual (autografado!), época em que pensava em abrir a primeira The Body Shop no Brasil, mas a Anita me disse que ainda não era o momento para isto devido a cultura na percepção de valores dos produtos da The Body Shop e a compreensão de que parte do valor pago é direcionado para pesquisas e causas sociais sendo desta forma seus valores eram nominalmente mais elevados; Anita ressalta na transcrição abaixo a sua preocupação e valorização com a preservação da contação de histórias:

 

“Contar história é a base da educação em todos os lugares em que estive. Quando você entra na primeira Body Shop, vê os produtos nas prateleiras com pequenos cartões com explicações sobre onde foram feitos, porque são diferentes, vemos no contar a história de onde vêm os produtos, de quem deu as informações. Contar histórias é da natureza feminina, é a maneira de a mulher passar seus conhecimentos. É mágico! Quando vai para uma comunidade de qualquer país e fala com mulheres de 80 anos e pergunta sobre nascimento, casamento e morte: ‘O que usa no seu corpo quando está prestes a casar? E quando vai ter um bebê? Como protege seu corpo…’ Para tudo isso elas sabem as respostas. Homens não estão interessados nisso. Contar histórias vem do coração. Sempre foi assim. Em qualquer comunidade, se perguntarmos às avós: ‘Como isso funciona? Como você lavava seu cabelo quando sua avó estava viva?’ Esse tipo de conhecimento não está sendo transmitido, pois tudo envolve tecnologia e ciência. Então contar histórias … se voltarmos ao passado, vendo o que ocorreu antigamente, eram ideias frequentes, trabalhamos com antropólogos que eram fascinantes. Tiramos sabedoria da população pré-industrial, não dos cientistas, e sim dos que vivem em fazendas.

Para saber contar histórias é preciso desenvolver o hábito e o respeito em fazer uso de todos os nossos sentidos, para que possamos “ver e enxergar”, “ouvir e escutar”, “sentir, sonhar e acreditar”, porque há tantas pessoas, ressalta Zuleica Medeiros, que olham e não vêem, ouvem mas não escutam.

Na Década de 1990 eu li em alguma obra um texto maravilhoso de Constantin Stanislavski – Ver como um artista vê -, copiei o texto em um caderno com o nome do autor e lamentavelmente não registrei a fonte de onde encontrei. Tinha em minha memória que havia sido no livro Ser Criativo de Stephen Nachmanovitch, indicado por Alex Periscinoto, porém – quando voltei a procurar – não encontrei neste livro. (Aqui aprendi a importância de referenciar bem nossas leituras e pesquisas)

Este texto foi publicado por Stanislavsky (criador do método de representação teatral) no Manual do Ator, publicado pela Martins Fontes em 1988 em sua primeira edição brasileira, na página 115 quando aborda “Observação”. A tradução do Manual do Ator é diferente da que tenho registrada comigo e que gosto tanto e compartilho com vocês logo abaixo. É, ao meu ver, o texto que melhor reflete o que é ser um bom profissional:

 

Ver como um artista vê, de Constantin Stanislavski

“Um ator deveria ser um observador não apenas no palco, mas também na vida real. Ele deveria se concentrar com todo o seu ser em qualquer coisa que atraia sua atenção. Ele deveria olhar para um objeto não como qualquer passante de mente ausente, mas de forma penetrante. De outra forma todo o seu processo criativo se mostrará desequilibrado e não terá relação com a vida…

…As pessoas comuns não têm idéia de como observar a expressão facial, o olhar; o tom de voz, para compreender o estado de espírito das pessoas com quem conversam. Elas nem captam ativamente as complexas verdades da vida nem escutam de modo que possam compreender o que ouvem. Se pudessem fazer isso, a vida, para elas, seria melhor e mais fácil, e seu trabalho criativo incomensuravelmente mais rico, melhor e mais profundo…

…Como podemos ensinar às pessoas que não observam a perceber o que a natureza e a vida estão tentando lhes mostrar? Antes de tudo, elas precisam ser ensinadas a olhar, ouvir e escutar o que é belo… Nada na vida é mais belo do que a natureza, e ela deveria ser objeto de constante observação… E não evite o lado mais escuro da natureza. Procure por ele nos pântanos, no lodo dos oceanos, em meio às pragas de insetos, e lembre-se de que por detrás desses fenômenos há beleza, exatamente como no amor há desamor.”

Este é um texto tão lindo e tão simples que dispensa maiores explicações e assim sugiro que pensemos em seu verdadeiro significado e em como colocá-lo em prática no nosso cotidiano. Esta prática diária enriquecerá nossas percepções e certamente influenciará em nosso potencial criativo e inovador.

Tennyson Pinheiro também apresenta no início do Capítulo 20 de Design Thinking Brasil a descrição de uma casa persa de café pelo explorador francês Jean Chardin, no Século XVII. Como informe, a primeira casa de café foi fundada em Damasco, capital da Síria, em meados de 1530. Segue a descrição:

“As pessoas se engajam em conversas, era um lugar onde notícias eram espalhadas e aqueles interessados em política se juntavam para criticar o governo, de maneira livre. Jogos inocentes, lembrando a dama e o xadrez eram jogados. Em complemento a isso, religiosos e poetas se revezavam na contação de histórias…”

 

[continua em breve]

O que podemos aprender com Inovação

By | Comportamento, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Cubo de Mercado, Curso de Criatividade, Design, Marketing, Momento Decisivo, Thinking | No Comments

O que podemos aprender com Inovação?

“Faça ou não faça. Não existe o tentar.” Yoda, mestre Jedi

 

As considerações aqui apresentadas são fruto de interpretação de vários autores, profissionais, de minha vivência pessoal e profissional e possuem o intuito de estimular o pensamento crítico e reflexivo voltado ao crescimento da economia e visando o lucro financeiro, sim, visando o lucro financeiro equilibrado com o pensamento holístico. Entendamos Pensamento Holístico como a inter-relação sustentável entre a Sociedade, o Meio Ambiente (Natureza) e as Organizações e vamos buscar interligar com a Inovação.

Dentre os profissionais que mais estimularam este raciocínio cito aqui Tennyson Pinheiro, Luis Alt, Eduardo Moreira da Costa, Affonso Romano de Sant’Anna, Howard Schultz, Anita Roddick, Paco Underhill, Alvin Toffler, Scott Bedbury, Clicio Barroso, Boris Kossoy, José Roberto Whitaker Penteado, Constantin Stanislavski, Zuleica Medeiros, Faith Popcorn, David Ogilvy, Antônio Diomário de Queiroz, Alex Periscinoto, Pericles Diniz,  Tim Brown, Steve Jobs, Aldo Lorenzi, Dan Ariely, Alfredo Sabbatini, Edward De Bono, Lauro Carlos Wittmann, Dewitt JonesJorge Kasai, Rafael Sampaio e Marcos Felipe Guimarães, apenas para começar.

Em outra publicação – que atualizarei aqui – apresentarei uma série de sugestões de leituras que complementarão estes raciocínios.

A palavra Inovação tem origem do latim – innovare – que se aproxima do significado “alterar a forma de algo estabelecido para criar algo novo”, porém Inovação é facilmente confundida com Invenção, que provem do latim – invenire – e tem o significado de “por vir”. Pinheiro (2011, p. 17) ressalta que “uma invenção é por definição algo novo, que não existia anteriormente e foi introduzido no mercado” e a Inovação – pela interpretação de Joseph Schumpeter (economista renomado da primeira metade do Século XX) – “acontece quando há uma mudança dos valores nos quais um sistema está baseado (…) onde a razão para que uma economia saia do estado de equilíbrio e entre em processo de expansão é o surgimento de inovações que alteram as condições pré-estabelecidas desse equilíbrio.” A inovação torna-se fundamental para gerar crescimento econômico.

Eduardo Moreira da Costa também é enfático que a Inovação só faz sentido se estiver atrelada ao lucro financeiro, algo que tenha sido aplicada e que tenha resultados no mercado. Uma inovação pode ter resultados positivos e também negativos. Desta forma, Inovação é diferente de Ideia e de Ideias, o mundo está repleto e muitas gavetas de empresas, universidades e bibliotecas encontram-se abarrotadas de ideias não implementadas.

Assim como Magalhães e Sampaio no prefácio de sua excelente obra Planejamento de Marketing – Conhecer, Decidir e Agir: do Estratégico ao Operacional, publicado pela Pearson – Prentice Hall do Brasil, compactuo de seus objetivos que é dar um sentido prático a cada tópico apresentado nesta série de posicionamentos textuais e imagéticos, como um roteiro inspirado em Sócrates e que estimula cada leitor a pensar e encontrar sua própria verdade e caminhos.

Vivenciamos uma era que impera o processo de mudanças disruptivas nas áreas como a política, a religião e a educação. Fazer do mesmo apenas com nomes diferentes não resultam em algo inovador e de sucesso. Há desafios que nos levam a pensar nos pontos de Inflexão Estratégica – na matemática, um ponto de inflexão acontece quando muda o sinal da derivada segunda em uma curva fazendo com que a concavidade da mesma mude de direção (estava voltada para cima e muda para baixo ou vice-versa). No mercado, um Ponto de Inflexão Estratégica muda o comportamento das pessoas e está relacionado a uma verdadeira Inovação.

Nesta linha de raciocínio podemos inferir sobre a importância de gerarmos insights para transformá-los em ideias e evoluir nas ideias para que as mesmas venha a se transformar em soluções inovadoras e nos tragam receitas positivas. Não devemos e nem podemos ter receio de obter lucro financeiro, como muito bem ressalta Eduardo Moreira da Costa. Parece que em nossa cultura – brasileira – é vergonhoso ganhar dinheiro, tanto é que uma grande parte das pessoas têm vergonha de compartilhar o quanto ganham de renda, inclusive meus grandes amigos desviam o assunto quando lhes pergunto sobre suas rendas. É impressionante, é constatação, é um comportamento estranho.

Para desenvolvermos inovações precisamos de atitudes pró ativas e não de receitas. Falarei sobre receitas mais adiante (não me deixem esquecer do Pudim de Leite Condensado!). Nossos modelos mentais podem precisar serem revistos para melhor potencializa-los. Vejam o exemplo citado por Tennyson Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil na página 13: “Somente o fato de as pessoas incluírem na mala de viagem roupas de treino ou até mesmo vestirem para o exercício, mesmo sem praticá-lo, já é um passo fundamental na jornada de adoção do hábito.” Os modelos mentais das pessoas são muito importantes para que possamos compreender, como muito bem cita Dan Ariely em Previsivelmente Irracional, publicado pela Editora Campus, que os seres humanos possuem uma previsível irracionalidade comportamental e de posse deste conhecimento poderemos desenvolver bens, serviços e ideias que sejam úteis e vendáveis, mesmo em épocas de crise financeira.

É preciso pensar sobre hábitos e comportamentos e estimular a habilidade de aprender com a incerteza e com o caos. Sobre isto também abordaremos mais adiante sobre a ferramenta estratégica desenvolvida por Sampaio e Magalhães entitulada Cubo de Mercado.

Sendo a inovação estreitamente relacionada a prosperidade econômica, as inovações abrem assim, conforme cita Tennyson Pinheiro, espaço para novas formas de prosperidade e são fundamentais para manter o crescimento da economia.

Inventar é trazer à tona algo novo, investir dinheiro em ideias. Inovar é transformar ideias em valor.” (Pinheiro, 2011, p. 17)

Para transformarmos ideias em valor é fundamental que as pessoas – futuros consumidores e clientes – percebam valor agregado nos bens, serviços e ideias que são resultantes do processo de inovação e, junto a esta percepção, que os estes consumidores possam dispor e despender montantes financeiros para adquirir os mesmos.

Percebam que interessante a relação feita por Pinheiro no que tange ao serviço de videoconferência (apresentado em forma de ficção científica / desenhos animados high-tech na Década de 1960 pelos Estúdios Hanna-Barbera na forma dos Jetsons, uma família que vivia no futuro e encantava e encanta os telespectadores até os dias de hoje. O serviço de videoconferência ganhou nichos interessantes e importantes, apresenta Pinheiro (2011, p. 19), “mas o uso pessoal em larga escala apresentado no desenho jamais decolou realmente. E provavelmente não irá. Isso está pouquíssimo relacionado a tecnologias como chips e redes de transmissão de dados. A barreira está no comportamento das pessoas e tem muito mais a ver com o fato de gostarmos de fazer um milhão de coisas enquanto conversamos no telefone com alguém. Inclua nisso até a forma como gostamos de andar de um lado para o outro ao falar no celular e, não menos importante, a preguiça que teríamos para estar penteados  e arrumados a cada chamada que recebemos no conforto de nossas casas.

É muito importante observar as respostas, os hábitos, as crenças e os valores das pessoas para que estes despontem pistas que ao serem integradas possam contribuir para intuir sobre comportamentos futuros. O Eixo de Mercado do Cubo de Mercado permite correlacionar estes comportamentos e facilitar a interpretação tangibilizando-a em ações controláveis de marketing e voltadas ao consumo dos Bens, Serviços e Ideias gerados. O que é feito precisa ser Relevante para as pessoas.

A inovação está onde há valor percebido pelas pessoas. Sem isso, não há inovação.” (Pinheiro, 2011, p. 20)

Vejamos alguns exemplos apresentados por Pinheiro em sua obra Design Thinking Brasil, publicado pela Editora Campus,  que nos remetem corriqueiramente a equívocos no que tange a relação entre Ideias e Inovações:

  1. Lançar novos produtos, ainda que não imaginados pelos concorrentes, não coloca sua marca numa posição preferida;
  2. A tecnologia é commodity, a inovação é significado;
  3. Não é porque as coisas são novas e tecnicamente avançadas que as pessoas as utilizam, encaixam em suas vidas e recomendam;
  4. A embalagem mais bonita e diferente do mercado não é uma inovação: principalmente se é pouco sustentável e obriga as pessoas a pensar e gastar muito tempo para abri-la;
  5. Aquilo que você pensou “fora da caixa” não é uma inovação: e nem você deveria passar todo o tempo tentando pensar assim. Enquanto os seus concorrentes executam rituais para pensar “fora-da-caixa”, ali mesmo, dentro do que muitos chamam de “caixa”, residem inúmeras oportunidades. Como sugere Howard Schultz, fundador e CEO da Starbucks, “inove em torno da essência”;
  6. Aproveitar a “janela” de lançamento e correr para colocar logo algo no mercado não o posicionará como inovador: A questão não é lançar antes, mas sim ser o mais relevante e mais bem adotado;
  7. O mais novo avião da sua frota, sozinho, não é uma inovação: E nem a nova fachada ou interior decorado e high-tech da sua loja. Essas coisas são legais, mas não suficientes para que as pessoas voltem e tragam outras com elas. São os PROCESSOS e PESSOAS que giram em torno disso que criam o meio através do qual consumidores interagem com a sua marca;
  8. Não adianta espernear para todos que a sua marca é inovadora. Isso não o posiciona como inovador.

Desta forma, Inovação não é o mesmo que novidade, ressalta Pinheiro, “e nem mora naquele produto pioneiro que irá mofar nas prateleiras das lojas e armários das casas das pessoas. Alguns produtos surgem mais para engraxar o ego e o bônus de um gestor de portfólio do que para endereçar algum DESEJO ou NECESSIDADE de alguém. A inovação é fruto da criatividade colocada em prática com o intuito de gerar resultados positivos para o negócio e criar IMPACTO POSITIVO na vida das pessoas.” (Pinheiro, 2011, p. 23-24)

[Para inovar, é importante saber contar histórias]

 

VI Semana ESAGuiana

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A VI Semana ESAGuiana foi um evento do Programa de Extensão da ESAG/Udesc – Curso de Administração Empresarial da Universidade do Estado de Santa Catarina.

Este evento contou com mais de 70 Palestrantes e teve em sua abertura a palestra da Zuleica Medeiros com Show de Fabio Dwyer.

Foi uma organização muito desafiadora, pois contamos apenas com R$ 3.000,00 de verba para o projeto e, mesmo assim, totalmente “truncada” em suas disfunções burocráticas.

Um dos maiores eventos da ESAG que integrou palestrantes renomados internacionalmente e Palestras e Workshops que envolveram lado a lado o conhecimento e a arte.

Coordenação: Eduardo Trauer

Steve Jobs 2013

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Caríssimos Alunas e Alunos,

Atividades para as turmas de Administração Estratégica de Mercado e Estratégias de Mercado: O filme será assistido no auditório da ESAG/Udesc no horário das aulas dos dias 04 e 05 de agosto.

Lembro a todos que a aula do dia 11 de agosto (segunda-feira) acontecerá no Museu da Imagem e do Som de SCMIS/SC que fica localizado no interior do Centro Integrado de Cultura – CIC. A turma vespertina inicia às 16h e a turma noturna inicia às 19h. A turma de Economia Empresarial poderá escolher o horário mais adequado para participar da aula, conforme comunicado nas aulas dos dias 28 e 29 de julho.

1)    Assistir ao filme Steve JOBS 2013 e responder as seguintes perguntas:

 

  1. “Um processo de planejamento envolve definir a rota, o caminho, a estratégia. Pressupõe incerteza e responsabilidade, especialmente no âmbito de uma organização. É preciso ser responsável ao lidar com o destino das pessoas, estejam elas dentro ou fora da entidade.” No seu ponto de vista, por quê a Apple teve êxito nas atividades desenvolvidas por Steve Jobs e quais são as suas relações com a Filosofia de Marketing?
  2. O Marketing, de uma perspectiva dinâmica, é freqüentemente visto como um instrumento para antecipar as mudanças do ambiente externo ou aumentar a responsividade de uma organização, mesmo quando o mercado se apresenta de modo inesperado. Quais foram os pontos principais das ações de Steve Jobs que caracterizaram as atividades da Apple como mercadológicas? Quais foram as motivações – no seu ponto de vista – das ações implementadas por Steve Jobs?
  3. Responda a estas atividades individualmente e posteriormente desenvolva uma síntese no formato de um texto das suas respostas discutidas em grupos de 3 participantes.

2) Buscar o significado em dicionários de cada palavra do texto completo da capa do livro de Rafael Sampaio: Planejamento de Marketing: Conhecer, Decidir e Agir – do Estratégico ao Operacional; escrever estes significados e elaborar um texto resultante da decomposição destas palavras. O importante é buscar compreender o significado desta informação. Ao buscar o conceito de Marketing, realizar o mesmo procedimento para o conceito de José Whitaker Penteado. Esta atividade “02” é INDIVIDUAL.

Quarta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia

By | Art, Composição Fotográfica, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Criatividade, Curso de Fotografia, Marketing | No Comments

Neste último sábado tivemos em Florianópolis a Quarta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia, com uma turma muito especial que lotou as vagas deste módulo.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

O dia se passou conforme a previsão meteorológica e conforme anunciado, às 8h30 pontualmente iniciamos a nossa jornada. Desde já um agradecimento muito sincero pela pontualidade de todos os participantes que demonstrou um respeito mútuo. Começamos muito bem!

Logo após as primeiras informações a turma se dispersou nas trilhas da Mata Atlântica em busca de imagens neste primeira atividade que durou 60 minutos. Reunimo-nos na sala para aprofundarmos nossa “Prosa” sobre a Filosofia do Marketing e Criatividade, muita Criatividade! A manhã passou voando, como os tucanos que fizeram que circundavam o local e os macacos-pregos [que desta vez não deram o ar de sua graça!].

Tucanos Captured by E.Trauer  || 一期一会

Tucanos
Captured by E.Trauer || 一期一会

Respirar ar puro em 2014 não tem preço, tudo bem que Criatividade e o Olhar na Fotografia ainda não pode ser adquirido com Mastercard ..

Após o almoço retomamos com uma gama de informações envolvendo a Composição Fotográfica e saímos novamente para uma prática no local, ahhh …. que vontade de permanecer o final de semana inteiro rodeado pela Natureza!

Captured by E.Trauer  || 一期一会

Para finalizar, uma interpretação com a seleção de Fotografias realizadas pela manhã e pela tarde teve como propósito despertar esta vontade ímpar de observar e aprender mais e mais com a nossa Mãe Natureza, com o quotidiano, enfim com a vida e – por que não – registrar estes momentos de história através da Fotografia!

O meu mais sincero obrigado a Todos Vocês que estiveram presentes nas 4 Edições de Criatividade e o Olhar na Fotografia.

Captured by E.Trauer  || 一期一会

…. e atenção, a Turma 05 já tem data definida: Criatividade e o Olhar na Fotografia, dia 05 de Abril em Florianópolis com a turma limitada a 12 Participantes!

 

Vamos nessa, espero por vocês!!

 

Criatividade e o Olhar na Fotografia - Turma 20140315

Criatividade e o Olhar na Fotografia – Turma 20140315

Dúvidas, Informações e Inscrições em Criatividade e o Olhar na Fotografia, favor encaminhar pelo formulário abaixo:

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Criatividade e o Olhar na Fotografia | O Seu Curso de Criatividade

By | Composição Fotográfica, Conhecimento, Criatividade, Criatividade e o Olhar na Fotografia, Curso de Composição Fotográfica, Curso de Criatividade, Curso de Fotografia, Cursos, Photo | 3 Comments

A ORIGEM

Criatividade e o Olhar na Fotografia vem amadurecendo há muito tempo ao observar e vivenciar as técnicas de ensino e aprendizagem utilizadas em nosso mundo ocidental, que primam pela percepção cartesiana, linearidade e o decorar em prol do aprender. Estas formas tendem a sufocar o potencial criativo das Pessoas. Foi na Semana da Fotografia em 2012, promovida pela iPhoto Editora que ao preparar a palestra para o tema Marketing e o Olhar na Fotografia para mais de 540 participantes que este Curso começou a tomar forma e 1 ano depois, em 2013 teve a sua primeira edição em Florianópolis que foi seguida por mais duas turmas ainda em 2013 e já conta com 7 Edições Realizadas.

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Semana da Fotografia 2012 – iPhoto Editora – Fotografia: Vicky Rodrigues

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Semana da Fotografia 2012 – iPhoto Editora

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Semana da Fotografia 2012 – iPhoto Editora

O MOMENTO ..

A Educação Ocidental está baseada em percepções cartesianas que orientam seus alunos à uma prática voltada à reprodução de conceitos sem necessariamente despertar a compreensão do assunto em questão. Assim surgiram inúmeras “receitas prontas” para decorar tabelas periódicas, fórmulas de física, matemática, orações coordenadas na lingua portuguesa e várias outras situações que transitam no “ensino” fundamental, médio e universitário.NonWorkshop quebra esta metodologia, buscando a vivência da Fotografia aliada à Filosofia de Marketing instigando o(a) participante a encontrar a sua forma de pensar e aprender. O primeiro contato com a prática do NonWorkshop ocorreu na Maison Sabbatini, em Milão no ano de 2011, com um dos principais nomes da Fotografia mundial: Alfredo Sabbatini. Profissional este que domina como ninguém a Arte do Ineditismo, da Criatividade, da Ousadia e da Beleza. Foi uma honra participar e compartilhar da Vivência e Conhecimento deste Profissional e de sua Equipe!Em Criatividade e o Olhar na Fotografia convivemos durante uma manhã e uma tarde trocando informações e experiências ricas e exemplos do uso da Criatividade e de Composição Fotográfica, em um ambiente rodeado pela Mata Atlântica, seguro e informal, e aprendemos fotografando e interpretando fotografias!

Criatividade e o Olhar na Fotografia em Ação - Captured by E.Trauer || 一期一会

Criatividade e o Olhar na Fotografia em Ação – Captured by E.Trauer || 一期一会

O QUE ESPERAR ..

Compreender a Filosofia de Marketing e como fazer uso desta forma de pensar na vida pessoal e profissional abordando técnicas de Criatividade e de Composição Fotográfica.Potencializar a sua Criatividade através de técnicas e exemplos que podem ser exercitados gratuitamente no seu dia-a-dia.Receber informações sobre formas de Composição na Linguagem Fotográfica que serão úteis em todas as fotografias a partir deste momento.Receber informações sobre o básico da fotografia e de como utilizar referências imagéticas para aprimorar continuamente o estilo próprio na captura de imagens e que poderá potencializar a sua Percepção Criativa nas suas áreas de atuação, aumentando o poder de concentração e de geração de idéias.Tangibilizar as informações em imagens que serão apresentadas e discutidas após o momento de prática. Transformar o comum em algo especial, inédito, espetacular.Utilizar a Fotografia como Ferramenta de Aprendizagem voltadas tanto para o fortalecimento da Criatividade quanto da Composição Fotográfica.

Entardecer na Freguesia do Ribeirão - Captured by E.Trauer || 一期一会

Entardecer na Freguesia do Ribeirão – Captured by E.Trauer || 一期一会

O QUE NÃO ESPERAR:

Não é objetivo deste curso trabalhar a técnica de equipamentos e câmeras fotográficas.

AS HABILIDADES:
O princípio está voltado à compreensão de uma forma de pensar Criativa Integrada à arte da Fotografia, abordando princípios de composição, percepção e os passos iniciais à Fotografia Digital. O que vemos depende da nossa perspectiva e podemos desenvolver a habilidade de sermos criativos neste olhar. Provavelmente você já se deparou com a pergunta: O que é Criatividade? seria algo mágico, místico, misterioso, .. , ou será que está relacionada com um momento, com todos os momentos desde que estejamos predispostos a sermos criativos .. Todos nós temos este potencial, mas precisamos querer aprimorá-lo mais e mais para transformar o ordinário em Extraordinário. Temos por base um riquíssimo material licenciado, desenvolvido pelo renomado Fotógrafo da National Geographic Dewitt Jones.

Vôo Livre - Captured by E.Trauer || 一期一会

Vôo Livre – Captured by E.Trauer || 一期一会

PÚBLICO ALVO:

VOCÊ, que tem interesse em potencializar a sua Percepção Criativa, que é Executivo(a), Líder, Empreendedor(a), Aluno(a), que trabalha com desenvolvimento de produtos e serviços, que tem Interação com Pessoas, que gosta de Viajar e de Registrar os Bons Momentos da Vida, que tem uma Câmera Fotográfica e gosta de Fotografia. Inscreva-se agora mesmo!

Criatividade e o Olhar na Fotografia foi feito para Você - Captured by E.Trauer || 一期一会

Criatividade e o Olhar na Fotografia foi feito para Você – Captured by E.Trauer || 一期一会

O LOCAL:

Esta etapa de Criatividade e o Olhar na Fotografia irá ocorrer no Recanto Champagnat, um local maravilhoso em Florianópolis, rodeado pela Mata Atlântica onde iremos realizar as práticas fotográficas.

Criatividade e o Olhar na Fotografia Captured by E.Trauer ||

Percepção Holística na Mata Atlântica – Captured by E.Trauer || 一期一会

 QUANDO:

Turma 01: 27 de abril de 2013;

Turma 02: 31 de agosto de 2013;

Turma 03: 28 de setembro de 2013;

Turma 04: 15 de março de 2014;

Turma 05: 05 de abril de 2014;

Turma 06: 20 de setembro de 2014;

Turma 07: 25 de outubro de 2014;

Turma 08: 22 de novembro de 2014

PRÉ-REQUISITOS:Não há a necessidade de experiência em Fotografia e nem mesmo de equipamentos profissionais de Fotografia. Apenas alguma câmera fotográfica digital que pode ser inclusive smart-phones e um leitor do cartão de memória utilizado.

Qualquer tipo de câmera fotográfica digital, inclusive smart-phones - Captured by E.Trauer || 一期一会

Qualquer tipo de câmera fotográfica digital, inclusive smart-phones – Captured by E.Trauer || 一期一会

O NÚMERO DE VAGAS: 

Somente 12 vagas para participantes. Turma bastante seleta, o que propicia muita interação entre os participantes. [Obs.: já temos inscrições efetivadas e a garantia de participação é por ordem de inscrição]

Naturalmente Linda - Captured by E.Trauer || 一期一会

Naturalmente Linda – Captured by E.Trauer || 一期一会

O QUE ESTÁ INCLUÍDO:

  • Coffee Break pela manhã
  • Almoço Caseiro Delicioso com Sobremesa (livre)
  • Coffee Break pela tarde
  • Material Didático Profissional finamente elaborado e encadernado
  • Certificado de Participação
  • Estacionamento com Segurança
  • 10 horas de Convivência e Muita Informação
  • 2 Saídas Práticas para Exercitar os Assuntos Abordados
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Macacos Me Mordam – Captured by E.Trauer || 一期一会

O VALOR:

Esta Edição de Criatividade e o Olhar na Fotografia que será realizada dia 15 de março de 2014 “Este já foi, a próxima data será 05 de abril (sábado), que também foi um Sucesso! As próximas Edições estão marcadas para os dias 03 de maio, 21 de junho,  05 de julho (já passou) e a próxima turma será 23 de agosto em Florianópolis e estão por R$ 480,00 cada Edição – valor válido para inscrições efetivadas até o mês de julho de 2014 e poderão sofrer alterações após esta data. As inscrições são confirmadas mediante depósito bancário. A confirmação da vaga é por ordem de inscrição.Não deixe esta OPORTUNIDADE passar, faça agora a sua Inscrição pelo link abaixo. Qualquer dúvida é só entrar em contato!

Venha fazer parte desta História!

Eduardo TrauerBanco: Itaú – 341Ag. 3759CC: 10963-4

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Rota de Fuga – Captured by E.Trauer || 一期一会

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Saída Prática em Criatividade e o Olhar na Fotografia – Captured by E.Trauer || 一期一会

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Florianópolis em Composição – Captured by E.Trauer || 一期一会

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317, 318, 319 … ufff …. – Captured by E.Trauer || 一期一会

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Repouso na Ilha da Magia – Captured by E.Trauer || 一期一会

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Deixe a vida me levar, vida leva eu – Captured by E.Trauer || 一期一会